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·Fernando del Cantão·

Santos Enfrenta Denúncia Após Ato de Torcedor

O Santos Futebol Clube está na berlinda! Afinal, o que rolou? A equipe foi denunciada pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) depois que um torcedor cuspiu no lateral-esquerdo Reinaldo, do Mirassol, durante um jogo que terminou empatado na Vila Belmiro, válido pelo Brasileirão.

O Que Aconteceu?

O clube foi acusado de não ter tomado as devidas precauções para prevenir e reprimir desordens no estádio, como invasões de campo e o lançamento de objetos. Para complicar, o julgamento está agendado para esta quinta-feira e as consequências podem ser sérias.

Possíveis Penalidades

O Santos pode enfrentar:

  • Multas variando de R$ 100 até R$ 100 mil
  • A perda de 1 a 10 mandos de campo
  • A possibilidade de jogar com os portões fechados

Identificando o Torcedor

Mas a história não para por aí! O Santos já identificou o torcedor agressor. Para isso, o clube fez uso de imagens capturadas por fotógrafos, da Santos TV e até do seu circuito interno de câmeras. Eles recorreram à plataforma "Sua foto no jogo", onde os torcedores podem encontrar fotos de si mesmos tiradas durante os jogos, usando tecnologia de reconhecimento facial. O clube acredita que isso pode ajudar a atenuar uma possível punição, já que o torcedor faz parte do programa de associados.

Relato da Árbitra

Esse triste episódio foi registrado na súmula da árbitra Edina Alves Batista, que relatou:

"Informo que aos 25 minutos do primeiro tempo o atleta Reinaldo Manoel da Silva, da equipe do Mirassol, levou uma cusparada no momento que ia realizar um arremesso lateral. Informo que essa cusparada veio de onde se encontrava a torcida do Santos Futebol Clube, porém não foi possível identificar o torcedor."

Reinaldo Se Pronuncia

E não é só o clube que está insatisfeito com a situação. O próprio Reinaldo usou suas redes sociais para pedir punição ao responsável pelo ato. Ele afirmou que a situação é "nojenta, lamentável e vergonhosa". E para encerrá-la, ainda fez um apelo:

"Espero que as medidas cabíveis sejam tomadas para que isso não volte a acontecer comigo e com nenhum companheiro de trabalho. Isso não existe."

A expectativa agora é sobre o que o STJD irá decidir. Vamos ficar de olho nessa situação!

Fonte: UOL -

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