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São Paulo Reclamou de Comemoração de Veiga, diz Presidente da FPF

A Polêmica da Comemoração

Reinaldo Carneiro, presidente da FPF, trouxe à tona uma queixa feita pelo São Paulo. O clube reclamou da comemoração de Raphael Veiga após marcar o gol da vitória do Palmeiras no último clássico de segunda-feira. O jogador não poupou a bandeirinha de escanteio do próprio clube na celebração.

Como Reinaldo pontuou:

"Eu já vi o São Paulo várias vezes comemorando títulos e gols em cima do escudo no Morumbi. O problema seria se o adversário fizesse o mesmo no escudo do São Paulo."

A atitude de Veiga pode até ter levantado algumas sobrancelhas, mas dentro do território do Palmeiras, Reinaldo não vê motivos para alarde.

O Respeito no Quintal Alheio

Reinaldo Carneiro ressaltou que cada time tem a liberdade para celebrar como quiser dentro de casa. O que realmente importa é manter o respeito quando se está jogando na casa do adversário:

"O visitante não pode ir lá e quebrar copos ou deixar a geladeira aberta. Respeito é essencial."

A Posição do São Paulo

Até o momento, o São Paulo não se manifestou oficialmente sobre a queixa. Estamos aguardando uma resposta para atualizar a matéria.

A Controvérsia da Bandeirinha

A bandeirinha de escanteio já estava no centro das atenções antes do jogo. Tudo por conta de uma troca acalorada entre líderes de torcidas organizadas.

  • Baby, presidente da Independente (torcida do São Paulo), disse que "liberaria o chope" caso o Tricolor eliminasse o Palmeiras com Luciano chutando a bandeirinha do Allianz.
  • Marcelo Lima, presidente da TUP (torcida do Palmeiras), respondeu dizendo que haveria invasão de campo se tal chute ocorresse.

Baby não deixou barato e compartilhou uma foto de Luciano chutando a bandeirinha no Allianz em 2024, afirmando: "Já chutou uma vez e vai chutar de novo".

Consequências para Marcelo Lima

Marcelo Lima viu suas idas aos jogos do Palmeiras interrompidas. O Tribunal de Justiça de São Paulo, atendendo a um pedido da Polícia Civil, determinou que ele se apresente ao 2º Batalhão de Choque nos dias e horários dos jogos. Esta ordem permanece até o desfecho do processo.

Esta história não para por aqui e promete mais desdobramentos nas próximas semanas!

Lembre-se que o respeito e a paixão pelo futebol devem caminhar juntos dentro e fora dos estádios.

Fonte: uol.com.br

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