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Leila Critica Jogadores que Reclamaram do Gramado Sintético

A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, recentemente fez uma declaração bem direta sobre alguns jogadores que andaram reclamando do gramado sintético usado no Brasileirão. Entre os que expressaram essa insatisfação estão jogadores de peso como Lucas Moura, Thiago Silva e Neymar. Embora Leila não tenha citado nomes diretamente, ela mencionou "os jogadores que fizeram aquele manifesto".

O Ponto de Vista de Leila

Para Leila, esses atletas, se não estão satisfeitos, deveriam até ter continuado suas carreiras na Europa. Nas palavras dela:

"A gente tem que discutir é a qualidade dos gramados no Brasil. Não se o sintético é melhor ou pior que o natural. E normalmente, quem reclama são os atletas mais velhos, que querem prolongar a carreira. Se acham que isso encurta a vida deles no esporte, talvez já fosse hora de pararem de jogar. Se os gramados europeus são tão melhores, ótimo, que fiquem por lá."

Mesmo quando ponderaram que a crítica era mais sobre o estilo de jogo do gramado sintético e não sobre lesões, Leila manteve firme sua posição.

"Eu não entendi onde eles querem chegar. Que aspectos técnicos? Não muda o jogo. Futebol é futebol, seja no sintético ou no natural."

Ela ainda questiona se realmente devemos abrir discussão baseando-se nas preferências individuais dos jogadores:

"Não posso administrar um clube conforme as preferências de cada jogador. O que deveria existir é uma união dos atletas para cobrar pagamento de salário em dia, melhores instalações e gramados adequados, sejam eles naturais ou sintéticos."

A Questão do Gramado nas Reuniões Oficiais

Durante o conselho técnico da Série A, a conversa sobre impedir ou permitir o gramado sintético nem sequer entrou em votação. No entanto, Jorge Pagura, presidente da comissão médica da CBF, apresentou um levantamento sobre lesões no Brasileirão de 2024 para avaliar se um tipo de gramado é mais prejudicial que o outro.

Leila foi categórica dizendo que:

"O Dr. Pagura fez um levantamento preciso e não há comprovação de que o gramado sintético causa danos aos atletas. O importante é entender que não podemos comparar gramados europeus com os nossos. Às vezes, é melhor um sintético de primeira linha do que um natural cheio de buracos."

No fim das contas, a discussão segue, mas para Leila, a qualidade geral dos gramados no Brasil é a verdadeira questão a ser resolvida.

Fonte: uol.com.br

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