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O Que Faltou ao São Paulo para Bater o Palmeiras? Zubeldía Fala sobre a Derrota

Quem acompanhou a semifinal do Paulistão entre São Paulo e Palmeiras viu que o Tricolor ficou devendo em uma "característica" que o time rival tem de sobra. Característica essa que provavelmente fez muita falta no resultado final.

O Que Aconteceu no Jogo?

O São Paulo conseguiu acertar o gol defendido por Weverton apenas uma única vez durante toda a partida! Ao todo, o time tentou só seis finalizações, enquanto o Palmeiras, pelo contrário, não economizou nos chutes: foram 14 no total, com oito deles parando nas mãos do goleiro Rafael.

Apesar do domínio da posse de bola na casa do adversário, o Tricolor quase não se arriscou a chutar. O time conseguia fechar os espaços e envolver o Palmeiras na troca de passes, mas não conseguia ir em frente com eficácia. O Alviverde, no entanto, mostrou mais consistência na hora de chutar, mesmo com algumas dificuldades em criar as jogadas.

A Falta de Ousadia

Depois de ser eliminado, Zubeldía admitiu que ao São Paulo falta a "característica" essencial do Palmeiras: a habilidade de arriscar chutes ao gol. Para avançar no campeonato, o São Paulo precisava de um empate sem gols para tentar a sorte nos pênaltis. Porém, a história mudou com um pênalti polêmico em Vitor Roque, convertido por Veiga. Aí, já era tarde demais para buscar o gol.

"Nós competimos bem, foi um jogo muito equilibrado. Tivemos mais controle da bola, eles chutaram mais por causa dessa característica de arriscar mais. Nós precisamos assimilar essa derrota e seguir trabalhando." – Luis Zubeldía, após a partida.

O Que Não Deu Certo?

O time de Zubeldía não foi objetivo, mesmo contando com quatro atacantes: Calleri, Lucas, Luciano e Oscar. Apesar de se saírem bem juntos no novo esquema de três zagueiros, faltou aquela pontinha de vontade de balançar as redes.

Isso não é novidade. No empate sem gols pela fase de grupos no Allianz, o Tricolor já tinha mostrado essa dificuldade em finalizar, com apenas um chute no gol do Palmeiras. Em contraste, nos três jogos que antecederam a semifinal, o Tricolor estava bem mais preciso no ataque.

O Que Vem a Seguir?

Zubeldía agora tem três semanas para ajustar o time. O São Paulo só volta a jogar no dia 30 de março, quando enfrenta o Sport no Morumbi pela estreia do Brasileirão. E aí, torcedor, será que dessa vez a deficiência vai ser corrigida? O jeito é esperar para ver!

Fonte: uol.com.br

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