Soberanas Conquistam Supercopa e Impedem o Quarto Título das Brabas
Uma Supercopa cheia de Surpresas!
Ah, o marketing do São Paulo! Não sei como eles ainda conseguem se surpreender com as trapalhadas que aparecem. Hoje, durante a Supercopa feminina, o Morumbi estava tão vazio que parecia um deserto. Nove mil pessoas, e olha que poderia ter sido uma festa e tanto, principalmente se o jogo não tivesse sido um Majestoso com torcida única – ou se tivesse rolado lá em Itaquera.
E a faixa nas arquibancadas? Ah, aquela era para lá de provocativa! Dizia: "Não existem dois Mundiais com uma só Libertadores." Mas, quem exatamente estavam tentando provocar? As Brabas? Elas têm cinco Libertadores! E, para completar, a FIFA só vai realizar o primeiro Mundial feminino de clubes lá em 2026. Ou seja, não teve nem propósito essa provocação. E ainda por cima, a frase estava errada. Que má influência para a molecada tricolor: “Não existeM dois?”.
O presidente do clube, o tal Júlio Casares, que adora se gabar de suas habilidades em marketing, tem sido mais lembrado por suas reclamações inúteis – como o descontentamento por jogar numa segunda-feira e ameaçar colocar um time sub-20 no Paulistinha do ano que vem (que, vamos combinar, isso não vai rolar).
Um Clássico que Reflete a Evolução do Futebol Feminino
O jogo em si foi um reflexo muito bom da evolução do futebol feminino no Brasil. O nível está lá em cima e a disputa contra o Corinthians – que dominou a cena nos últimos anos – parece mais equilibrada agora. Em 20 Majestosos, o Corinthians tinha 13 vitórias, enquanto as Soberanas contavam com apenas quatro.
O primeiro tempo terminou 0 a 0, com as donas da casa (Soberanas) tendo mais posse de bola, mas as visitantes (Brabas) se mostrando mais perigosas. O clima estava tenso e um clássico puro!
No segundo tempo, já sob a sombra, as promessas eram altas. logo no primeiro minuto, a goleira Lelê derrubou Dudinha na área. O VAR não hesitou e chamou para marcar o penalti. Mas a Camilinha foi lá, bateu e... parou na mão da goleira corintiana! Uma cobrança mal feita, quase no meio do gol. Imperdoável!
O jogo foi ficando mais aberto, ambos os lados criando chances, mas o gol que era bom... nada!. Com mais de uma hora de jogo, a energia começou a favorecer o Corinthians, que tinha um banco mais robusto para rotacionar o time.
Aos 30 minutos, a árbitra “caseira” decidiu não mostrar o segundo cartã amarelo para a zagueira Kaká. Depois disso, a goleira Carlinha fez uma defesa sensacional. No último minuto, Aline Milene fez um gol para os tricolores, mas... impedimento!
Chegou a Hora dos Pênaltis!
Então, pênaltis! Para as Soberanas, seria um título inédito; para as Brabas, seria o tetra. E a tensão pairava no ar!
- Gabi Zanotti abriu o placar para as Brabas: 1 a 0.
- Carla Alves empatou para as Soberanas.
- Vic Albuquerque mandou a bola por cima, depois de muita encenação.
- Kaká colocou as Soberanas na frente: 2 a 1.
- Andressa Alves empatou de novo.
- Aline Milene bateu e... acertou o travessão.
- Mariza fez 3 a 2 para as Brabas.
- Bruna Calderan empatou.
Fonte: uol.com.br