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Deputada Quer Tornar Presidente da Conmebol 'Persona Non Grata'

A Treta Começa

Pois é, pessoal! A deputada federal Érika Hilton (Psol-SP) resolveu agir e, nesta terça-feira, protocolou uma representação contra Alejandro Domínguez, o presidente da Conmebol. O objetivo? Torná-lo persona non grata, ou seja, uma pessoa indesejada.

As Palavras que Pegaram Fogo

O que deixou a deputada tão irritada? Domínguez fez uma declaração polêmica sobre a Copa Libertadores, afirmando que “uma Libertadores sem os clubes brasileiros seria como Tarzan sem a Chita”. É, galera, essa comparação pegou muito mal!

Érika não pensou duas vezes e classificou a fala de Domínguez como “absolutamente racista”, uma violação do artigo 5º da nossa Constituição Federal. Ela também criticou a Conmebol por não tomar atitudes concretas contra o racismo que acontece nos estádios.

O Que Ela Está Buscando?

A deputada espera que essa ação traga repreensão internacional aos atos de racismo que brasileiros enfrentam fora do país. No documento que enviou ao Ministério das Relações Exteriores, ela destacou:

“Os episódios de racismo envolvendo clubes sul-americanos mostram que a discriminação ainda é um problema sério no futebol. E o que Domínguez disse, com sua analogia cheia de estereótipos, só prova que a Conmebol não tá nem aí para combater esse tipo de coisa."

Érika também apela para que as declarações de Domínguez sejam analisadas com seriedade, principalmente agora que há um movimento crescente entre clubes e atletas exigindo mudanças para combater a discriminação racial no futebol sul-americano.

A Reação de Domínguez

Alejandro, por sua vez, não ficou quieto. Ele logo se posicionou, dizendo que “não imagina a Copa Libertadores sem os clubes brasileiros”. Realmente, seria uma situação impossível!

Entretanto, a declaração dele causou um verdadeiro alvoroço entre os clubes brasileiros, que chegaram a suspeitar se era uma notícia verdadeira ou um vídeo criado por inteligência artificial, dado o peso da frase. No fim das contas, o UOL confirmou que Alejandro realmente disse isso.

Domínguez, na mesma noite, mencionou que estava disposto a promover uma ação conjunta com órgãos governamentais para ajudar a combater a violência no futebol. Ele tentou amenizar a situação, chamando sua frase de "uma expressão popular" e ressaltou que jamais teve a intenção de diminuir alguém.

“A Conmebol Libertadores é impensável sem a participação de clubes dos dez países membros. Sempre promovi respeito e inclusão no futebol e na sociedade, valores fundamentais para a Conmebol”, disse ele.

Resumindo a História

Em resumo, a treta está formada com esse pedido da deputada Érika Hilton e as declarações do presidente da Conmebol. A situação promete muitas discussões no mundo do futebol, e a esperança é que essa história leve a mudanças significativas na luta contra o racismo no esporte.

E você, o que acha disso tudo? Deixa nos comentários!

Fonte: uol.com.br

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