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Palmeiras e Cerro Porteño: Um Debate Quente Sobre Racismo

Recentemente, a discussão sobre racismo esquentou entre o Palmeiras e o Cerro Porteño, e o que rolou na reunião pós-sorteio da Copa Libertadores foi tudo, menos morno. O debate aconteceu em Assunção, no Paraguai, e envolveu Paulo Buosi, o vice-presidente do Palmeiras, que não deixou passar batido os comentários de Juan José Zapag, o presidente do Cerro.

O Que Aconteceu?

A treta começou antes de Zapag soltar uma fala polêmica da Conmebol dizendo que a Libertadores viveria sem os times brasileiros. Buosi, sempre firme em seu papel, cobrou as autoridades paraguaias para que intensificassem a luta contra o racismo. A insatisfação do Palmeiras veio à tona após um episódio lamentável onde Luighi sofreu ofensas racistas da torcida do Cerro na Libertadores sub-20.

Como Buosi bem colocou:

"Temos um papel na sociedade. Acabar com o racismo. Vamos mudar. Impunidade é o combustível para acontecer de novo, e tem acontecido."

Reação de Zapag e a Resposta da Conmebol

Zapaga, por sua vez, não gostou muito da cobrança e respondeu que o caso de Luighi já estava encerrado após as punições. Ele queria evitar mais falatórios sobre essa "guerra", mas o clima tenso fez com que algumas pessoas na Conmebol ficassem incomodadas com a forma “bélica” usada por Buosi para se dirigir aos dirigentes do Cerro.

Contudo, vale destacar que o Palmeiras ficou só o amor com a postura de Buosi. Ele foi firme, fazendo uma cobrança direta, algo que a Conmebol não teve a coragem de fazer.

Racismo: Um Problema Recurrente

Infelizmente, esse não é um incidente isolado. Em 2023, Bruno Tabata, jogador do Palmeiras, também passou por situações similares, onde foi chamado de "macaco" por torcedores do Cerro. E pasmem: quem acabou sendo punido foi ele, com quatro meses de suspensão. As duas equipes vão se enfrentar novamente na mesma chave nesta edição da Libertadores.

A Revolta de Leila Pereira

E não parou por aí! Leila Pereira, a presidente do Palmeiras, chegou a boicotar o sorteio da Libertadores em protesto contra os episódios de racismo. Para piorar a situação, o clube paraguaio levou uma multa de US$ 50 mil e teve que jogar a Libertadores sub-20 com portões fechados.

Essa situação mostra como o racismo ainda é uma praga presente em nosso meio. A

Fonte: uol.com.br

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