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Ex-presidente do Nacional dá uma cutucada em Leila: "Não se faça de santa!"

O que rolou?

Eduardo Ache, que foi presidente do Nacional, decidiu comentar sobre as declarações da Leila Pereira, a presidente do Palmeiras, sobre os recentes casos de racismo na Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol).

As declarações de Eduardo Ache

Em uma conversa com a rádio Carve Deportiva, Ache não poupou palavras:
"Que Leila Pereira não se faça de santa e pura com o tema do racismo! O que acontece no Brasil e com os torcedores uruguaios quando vamos para lá é dez vezes pior."

Ele fez questão de lembrar que muitos clubes estão preocupados com essa questão, e, segundo ele, não é Leila quem pode se preocupar.

A responsabilidade da Leila

Para o ex-mandatário do Nacional, a presidente do Palmeiras acaba incitando a violência:
"Eu a responsabilizo se algo acontecer com um torcedor do Nacional no Brasil. Quando os brasileiros vêm aqui, são tratados como senhores, mas quando vamos para lá, somos espancados."

Isso mostra um lado da rivalidade e das tensões entre os torcedores, não só no Brasil, mas também em outros países como o Uruguai.

Comparações e críticas

Ache também mencionou uma comparação feita por Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol, que disse que o Brasil fora da Libertadores seria como o Tarzan sem Chita. Ele criticou a fala de Domínguez, afirmando que sempre que se fala de racismo, Leila não deveria opinar:
"É preciso fazer o Brasil sentir que está passando dos limites. Se os brasileiros quiserem ir para a Concacaf, que vão."

Protesto da Leila

Vale lembrar que a presidente do Palmeiras decidiu não comparecer ao sorteio da fase de grupos da Libertadores como forma de protesto. Ela quer mais ações efetivas da Conmebol para combater o racismo. É um tema delicado e que ainda gera muitas discussões.


Com tudo isso, fica a pergunta: quem realmente pode se posicionar sobre o racismo no futebol? E será que atitudes como essas são suficientes para trazer alguma mudança? Vamos acompanhar os desdobramentos e ver se o futebol vai conseguir dar passos maiores nessa lida com a intolerância.

Fonte: uol.com.br

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