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Palmeiras da "Terceira Academia": Abel Ferreira em Tempos de Reinvenção

O Que Está Rolando?

Nos últimos dias, uma pergunta tem estado na boca do povo palmeirense: "O que está acontecendo com o nosso Verdão?" Para quem se lembra do fim da "Segunda Academia" em 1975, onde o Palmeiras ficou sem títulos no Parque Antarctica, ou da reformulação da Parmalat em 1995, onde o time perdeu a chance do tricampeonato para o Corinthians, as comparações começam a surgir.

O Ocaso de uma Era

É verdade que só existe uma academia, a de Filpo Nuñez, de 1965. Mas a galera adora falar das três (ou até quatro) academias. A verdade é que a fase de 2020 a 2023 chegou ao fim e agora a responsabilidade de construir um novo time vitorioso está nas mãos de Abel Ferreira. E vou te dizer, não tá fácil!

Sinais de Alerta em Campo

No último jogo contra o Botafogo, a situação foi preocupante. O Palmeiras teve somente uma grande chance, com Flaco López, que tentou um chute aos 42 minutos do segundo tempo, mas acabou isolando em cima do goleiro John.

O time que fez história de 2020 a 2023 foi desmantelado. Não temos mais o Danilo, Zé Rafael, Dudu, Rony, e até o Marcos Rocha e Gustavo Gómez não estão jogando no mesmo nível. O Raphael Veiga até pode voltar a brilhar, mas por enquanto, caduco não! Agora, a equipe está cheia de caras novas: Micael, Facundo Torres, Vítor Roque, Lucas Evangelista e Emi Martínez, que nem estavam no clube há três meses.

Reformulação em Curso

Parece que estamos vivendo uma reformulação parecida com a que o Flamengo passou em 2023, um ano em que o time não conquistou nenhum título. Agora é a missão de Abel Ferreira puxar essa recuperação, já que o desempenho da equipe tá um tanto quanto péssimo e ineficaz.

A Insatisfação da Torcida

E não dá para ignorar a atmosfera nas arquibancadas. Após o apito final do primeiro tempo, a torcida não segurou as críticas e soltou xingamentos à Leila Pereira. E antes do jogo, os torcedores uniformizados já estavam sem ânimo para gritar os nomes de seus ídolos de outrora.

O Botafogo veio com o time titular das finais do Brasileirão e Libertadores do ano passado, mesmo sem o técnico Artur Jorge e sem Luiz Henrique e Almada. E não é que mesmo com tudo isso, eles dominaram a partida? O Botafogo finalizou nove vezes, com quatro chutes no alvo. Enquanto isso, o Palmeiras se contentou com apenas seis finalizações, sendo que só uma foi realmente perigosa.

Um Segundo Tempo Sem Emoção

O segundo tempo foi mais do mesmo: arquibancadas frias e um time do Palmeiras que parecia um pouco fora de ritmo. Alguns contra-golpes do Botafogo foram tão perigosos que só não se transformaram em gols graças a algumas boas intervenções do Wéverton.

Se houvesse um vencedor na estreia do Brasileiro 2025, o Palmeiras sairia com a taça de vice, enquanto o Botafogo se destacaria como campeão. Renato Paiva passou por seu primeiro jogo oficial sem conseguir vencer, mas poderia ter quebrado esse tabu.

A Esperança de Abel e a Paciência da Torcida

Abel Ferreira está acreditando na recuperação do time e confia que ele voltará a ser competitivo. As mudanças são evidentes, e ele tem pela frente a tarefa de fazer o elenco se entrosar, mas a torcida tá sem muita paciência. As arquibancadas pedem mudança e resultados.

Então, vamos aguardar pra ver se Abel consegue fazer a magia acontecer! ??

Fonte: uol.com.br

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