Itaquera Sofre a 1ª Derrota em 24 Jogos: E Claro, Era Contra um Argentino!
Ah, Itaquera… a casa do Corinthians estava preparada para mais uma noite de festa, mas os ventos mudaram e trouxeram um gostinho amargo. Após 23 jogos sem perder, o momento chegou e, adivinha só? Foi contra um argentino. Vamos aos detalhes!
O Jogo Começa e o Huracán Logo Precipita
Enquanto o Palmeiras tentou sem sucesso marcar gols em quase 200 minutos contra o Corinthians na final do Paulistinha, o Huracán não perdeu tempo: em apenas 5 minutos, no primeiro escanteio da partida, eles chegaram à rede. O time argentino fez o gol e se escondeu atrás, deixando o Corinthians nervoso.
E olha só: Yuri Alberto, que teve a chance de empatar logo aos 8 minutos, acabou mandando a bola para longe da marca do pênalti. Mas calma, a igualdade veio com um cruzamento de Carrillo para Raniele, e lá se foi o jogo para 1 a 1.
A Partida Esquenta!
Depois da igualdade, o furacão argentino percebeu que se quisessem garantir o empate, poderiam acabar é levando outro gol. E foi nesse instante que a partida ganhou ares de Libertadores. Romero estava em campo, substituindo Garro, e a energia estava no ar!
Sequeira, que tinha feito o primeiro gol, estava causando dor de cabeça para a zaga corintiana, e isso deixou o jogo muito mais disputado. O Corinthians teve suas oportunidades, com três chances claras, mas quem brilhou foi o Huracán! Aos 36 minutos, após um corte mal feito de Gustavo Henrique, Sequeira mandou a bola para o fundo da rede: 2 a 1! O Corinthians sentiu o golpe e foi para o vestiário em desvantagem.
A História Sem Fim de Itaquera
Sabia que a última derrota em Itaquera tinha sido em agosto? Pois é, desde então, o time acumulou 18 vitórias e 5 empates. Agora, a 24ª partida estava mostrando a verdadeira face da madrasta do futebol.
E para deixar a situação ainda mais complicada, outras equipes argentinas também se saíram bem na rodada. O Unión Santa Fé venceu o Cruzeiro e o Racing aplicou um 3 a 0 no Fortaleza, enquanto isso, o Huracán não estava nem aí para o Corinthians.
Vale destacar: o goleiro Donelli não teve culpa nos gols, mas o time precisou se reerguer rápido.
Mudanças e Tentativas de Virada
No segundo tempo, Talles Magno e Giovane entraram nos lugares de Martínez e Romero. Era a hora de reverter a situação e, quem sabe, conquistar mais uma taça.
Nos primeiros minutos da etapa final, o domínio era argentino e o nervosismo brasileiro estava visível. A essa altura, a torcida do Corinthians só queria que seu time reagisse, mas o empolgação não parecia ajudar.
Aos 63 minutos, André Ramalho saiu para dar lugar a Gustavo Henrique, e Memphis quase botou a bola na rede, mas o goleiro Galíndez impediu o gol com uma defesa de mestre, mandando a bola para escanteio.
O Drama da Competição Sul-Americana
Com a partida se aproximando dos 15 minutos finais, o Corinthians estava vivendo o drama habitual de quem não dá muita sorte em competições sul-americanas. A única exceção foi em 2012, quando eles ganharam a Libertadores de forma invicta, uma façanha que até hoje é celebrada.
Aos 80 minutos, Félix Torres saiu e Coronado entrou para ver se finalmente conseguia justificar o salário alto que estava recebendo.
Com mais de 40 mil torcedores enfrentando o trânsito pesado da cidade, a pressão era intensa, mas muitos pareciam achar que o time já tinha feito o suficiente em 2025, ganhando uma taça que pouco acrescenta à sua história. E olha, a obrigação de um clube bicampeão mundial deveria ser muito maior que isso!
No final, o goleiro argentino acabou não sendo muito exigido, já que, além de um chute isolado de Memphis, não teve muita ação durante os 90 minutos.
E agora, o que será do Corinthians? A torcida espera que eles aprendam com essa derrota e voltem ainda mais fortes nas próximas batalhas. ???
Fonte: uol.com.br