Caixinha Mostra Atitude Após Vaias no Santos: “Pressão Não Me Abala”
O que rolou na coletiva
O técnico Pedro Caixinha não se deixou abalar pelas vaias da torcida após o empate em 2 a 2 entre Santos e Bahia, na Vila Belmiro, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Durante a coletiva, ele teve a coragem de encarar as críticas, e deixou claro que a pressão não é um problema pra ele.
A torcida não economizou nos protestos, principalmente por causa das substituições que Caixinha fez no intervalo, tirando Barreal e Rollheiser – que estavam jogando bem. Mas olha só, os substitutos Soteldo e Thaciano logo criaram uma jogada que resultou em gol. O que mostra que, às vezes, é preciso arriscar.
Caixinha e a pressão
Pedro, que não tem redes sociais, afirmou que lida super bem com a pressão. Ele prefere que as vaias sejam direcionadas a ele do que aos jogadores. “A torcida é soberana. Ela pode vaiar e apoiar. Eu não tenho problema com essa pressão e isso não vai me fazer tomar decisões que não acredito, do primeiro ao último dia”, afirmou.
Perguntas e Respostas
Apoio da diretoria?
- “A primeira parte da pergunta é: você acha que eles [jogadores] não estão convencidos? A resposta está no campo.”
Como lida com a pressão?
- “Eu não vejo redes sociais. Analisamos jogos anteriores e focamos no que aconteceu. Não ganhamos, mas a forma como jogamos indica que estamos no caminho certo no Brasileirão.”
E a situação do Guilherme?
- “Defendo sempre os jogadores. Ele é um artilheiro e vamos trabalhar pra que volte ao seu melhor nível. Estamos só na segunda rodada!”
Sobre as vaias?
- “A torcida é soberana. Prefiro que me vaie do que aos jogadores. Isso não vai interferir nas minhas decisões.”
Neymar e a equipe
Caixinha também mencionou que Neymar, mesmo não jogando, é uma figura importante no time e faz questão de se conectar com os colegas. “Ele é nosso capitão e vai estar com a gente na preparação para o próximo jogo.”
Análise do jogo contra o Bahia
Ele falou sobre como o Bahia se comportou em campo e destacou que alguns detalhes foram cruciais. Um dos pontos importantes foi a dinâmica do adversário no ataque, o que dificultou as situações para o Santos. “Conseguimos jogar na zona certa, mas tivemos que trabalhar pra evitar que o Bahia fizesse a transição pro ataque. Costumamos correr riscos, mas o time vai ser agressivo.”
Reflexão sobre o time
A ideia é sempre melhorar e se adaptar. “Eu quero que minha equipe seja agressiva. Vamos correr riscos? Sim, mas sem perder a identidade!”
Considerações finais
Pedro Caixinha está totalmente focado em fazer o Santos brilhar na competição. Ele mantém a postura firme e a confiança nas decisões que toma, e a torcida, por sua vez, tem um papel fundamental nesse processo.
Lembrando que, apesar das críticas e das vaias, a jornada ainda está no começo, e a esperança é que as coisas melhorem. Vamos acompanhar!
Fonte: uol.com.br