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Casagrande: Diniz e Seu Estilo de Jogo

No UOL News Esporte, o colunista Walter Casagrande fez uma análise bem direta sobre o trabalho de Fernando Diniz, e, olha, ele não economizou nas palavras. Vamos dar uma olhada no que ele disse!

Exageros à Parte

Casão começou a conversa destacando que a avaliação sobre Diniz está cheia de exageros. Ele comentou sobre a classificação do Vasco nos pênaltis contra o Operário na Copa do Brasil, após um final de partida tenso em São Januário. Segundo ele, é exagero tanto do lado da crítica quanto do lado dos adoradores do treinador.

“Eu acho exagero dos dois lados. Até evito escrever sobre o trabalho do Diniz porque sempre contestei o trabalho dele. É um treinador com um jeito só de jogar — pouca objetividade”, afirmou Casagrande.

Ele descreve o estilo de Diniz como excessivamente lateral, onde o time toca muito a bola para os lados e para trás, esperando uma oportunidade que às vezes não aparece.

Um Palpite Pessoal

Casagrande deixa claro que prefere um futebol mais agressivo, à la Europa, onde os jogos são emocionantes e cheios de gols. Estilo este que, segundo ele, contrasta com a abordagem mais cautelosa de Diniz.

“Os jogos lá são 5 a 4, 4 a 4, 4 a 3 porque os dois times não ficam tocando a bola para o lado o tempo todo e buscam a vitória”, comenta.

Ele ainda se mostra cético em relação à euforia que surge após uma vitória expressiva do Vasco, como o 3 a 0 do final de semana. Quatro dias depois, com um jogo contra um time da Série B levando à disputa de pênaltis, ele acha que esse tipo de exagero não ajuda em nada.

Diniz: Nem Gênio, Nem Ruim

Casagrande acredita que Diniz não é um gênio quando tudo vai bem, mas também não é um técnico medíocre quando as coisas dão errado. Para ele, o que falta é um repertório de jogo mais variado.

“A realidade do futebol é essa. Não é uma crítica ao Diniz, mas o exagero quando algo de bom acontece prejudica. É um peso que a imprensa coloca sobre ele”, destacou.

O Caso Zubeldía

Mudando de assunto, Casão também comentou sobre Luís Zubeldía, que está no São Paulo, e acredita que ele virou alvo de críticas, seja qual for o resultado. Ele observou que Zubeldía, mesmo após vitórias, sempre enfrenta alfinetadas da torcida.

“Tem um pessoal na torcida e dentro do próprio São Paulo que não importa o que o Zubeldía faça, não importa o resultado do jogo, alguma coisa eles vão implicar”, explicou.

O São Paulo passou pelas oitavas de final da Copa do Brasil, vencendo dois jogos, mas mesmo assim, sempre surgem críticas.

Jovens em Alta

Falando de boas notícias, uma das promessas de Cotia, Rodriguinho, voltou a brilhar ao marcar seu primeiro gol profissional após um longo período — 1048 dias sem balançar as redes! Zubeldía não conteve a alegria e até invadiu o gramado para celebrar.


E aí, o que você acha dessas análises do Casagrande? Topa um estilo mais vertical e emocionante, ou acha que o Diniz pode encontrar um jeito de fazer seu time funcionar com a estratégia que ele utiliza? Deixe sua opinião nos comentários!

Fonte: uol.com.br

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