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Voto em Lula e o Golpe de 64: O Que Diz o Novo Interino do Corinthians

Os percalços do futebol vão além das quatro linhas, né? Recentemente, o presidente interino do Corinthians, Osmar Stabile, se viu no centro de uma polêmica por conta de um vídeo que ele produziu em 2019, no qual exaltava o golpe da ditadura militar. Para contornar a situação, ele resolveu se explicar e até pedir desculpas.

Pedindo Desculpas

Em suas palavras, Stabile mencionou que já se desculpou com quem se sentiu ofendido. Ele não deixou de reforçar que está no time de quem torce por um Brasil melhor, afirmando:

“Hoje, o presidente da República é o Luis Inácio Lula da Silva e torço para que ele dê certo. Tenho empresa, dou vários empregos e gostaria que o Brasil desse certo com esse presidente. Já votei algumas vezes nele.”

Interino ou não, ele está ciente da responsabilidade que carrega. O que ele ressaltou é que o Corinthians não deve ser um palco para discussões políticas ou religiosas — e quem está na torcida, independente das crenças, é sempre bem-vindo:

"O artigo número 1 do estatuto diz que não podemos falar nem de política nem de religião. O Corinthians não tem política nem religião. O que nós entendemos é que todos aqui, que pensam de uma ou outra forma, são corintianos e estão conosco."

O Novo Começo de Stabile

Após o afastamento de Augusto Melo, Osmar Stabile assumiu como presidente interino do Timão. O Conselho Deliberativo do clube decidiu por um impeachment de Augusto, e a transição de liderança foi rápida:

  1. Stabile é o primeiro vice-presidente e assumiu o cargo de forma temporária.
  2. O CD tem até cinco dias para convocar uma assembleia geral e votar na decisão final sobre o impeachment.
  3. Se a maioria dos associados optar pela saída de Augusto, será marcada uma data para a nova eleição, onde só conselheiros vitalícios e trienais participarão.

E, enquanto isso, essa é a hora de Osmar se firmar como o presidente em exercício.

Reflexão Sobre o Passado

Em 2019, quando Stabile fez o vídeo que virou assunto de destaque, ele mostrou apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro e se descreveu como “um patriota e entusiasta do contragolpe preventivo”. O tempo passou e ele reconheceu o erro, reforçando suas desculpas e sua intenção de sanar a imagem.

Como um empresário atuante na área metalúrgica, Stabile não esconde que tem esperança de um futuro promissor para o Brasil sob a administração do atual presidente. Afinal, torcer para que o país dê certo é o desejo de muita gente.

E aí, o que você acha dessa situação? A política e o futebol realmente têm que andar juntos, ou é melhor manter as coisas separadas? Vamos debater nos comentários!

Fonte: uol.com.br

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