Corinthians: Aprovou a Arte de Não Avançar na Sul-Americana
É, meu amigo! Se você ainda tinha alguma dúvida sobre como o Corinthians está atravessando uma fase, digamos, complicada, a última rodada da fase de grupos da Copa Sul-Americana deixou tudo claro. Nesta terça-feira, o time alvinegro fez história – só que de um jeito que ninguém queria: não se classificou, enfrentando nada menos que o time reserva do Huracán, que, convenhamos, já tinha foco total na final do Campeonato Argentino.
Desempenho (ou a falta dele)
Vamos ser sinceros: foi tão decepcionante que parecia que a equipe estava tentando não passar para a próxima fase. Jogaram de uma forma tão abaixo da crítica que só posso imaginar que o objetivo era garantir a eliminação. Missão cumprida!
A atuação do Corinthians foi um verdadeiro espetáculo de apatia. O time parecia sem alma, sem ideias, com um meio-campo que não existia e um ataque que não conseguia fazer nada. Até que entrou o Garro e, de verdade, melhorou um pouquinho, mas nada que salvasse a situação. O que impressionava mesmo era a lentidão da equipe, que deixava qualquer um irritado. As escolhas de Dorival Júnior, como colocar o Félix Torres na lateral direita, deixaram muitos torcedores perplexos. A falta de vontade em campo foi de dar até vergonha!
Milagres que Não Aconteceram
A parte mais inacreditável é que o Corinthians teve uma chance real de se classificar – mas dessa vez não foi por mérito, e sim porque o América de Cali estava fazendo a sua própria novela, levando um gol bizarro do Racing-URU. E por alguns segundos, a esperança de uma vaga surgiu. Mesmo assim, o Timão pareceu guardar a energia e não quis fazer a sua parte. Resultado? Eliminação melancólica, como se a classificação fosse só um detalhe sem importância.
Histórico de Vexames
Pra deixar as coisas ainda mais angustiantes, lembrando que o Corinthians já tinha sido eliminado na Pré-Libertadores, o que por si só já é um bocado de vergonha. Agora, somam-se a isso a queda na fase de grupos da Sul-Americana em um grupo que, cá entre nós, era bem tranquilo, principalmente contra times de nível técnico bem modesto.
O Grande Destaque (que Não Foi)
Se a performance do time como um todo foi horrível, teve uma individualidade que se destacou – e não de forma positiva. Memphis Depay, o reforço que chegou com todo aquele clima de superstar, fez uma partida que beirou o absurdo. Ele parecia estar em câmera lenta, disperso, errando passes simples e com um ar de total desinteresse. Sério, se a sua atuação fosse um protesto silencioso, talvez tivesse um propósito, mas o que parecia mesmo é que ele não queria estar ali.
Pra resumir, o Corinthians realmente se superou, mas não na parte boa. É uma fase complicada, e a gente só pode esperar que consigam reverter isso logo. Afinal, fica a pergunta: até quando vão deixar a torcida de cabeça baixa?
Fonte: uol.com.br