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Estêvão e o Remédio Proibido: Um Futuro Polêmico na Inglaterra

O atacante Estêvão, do Palmeiras, está em foco não só por seu talento em campo, mas também por um evento recente que participou. Ele esteve junto com a equipe da Benegrip para discutir seus passos futuros na carreira, especialmente após deixar o Allianz Parque. O detalhe curioso? Ele é o garoto-propaganda de um remédio que, surpresa, é proibido na Inglaterra, seu próximo destino após o Super Mundial de Clubes.

O que Tem de Errado com a Dipirona?

A dipirona, que dá as caras no Benegrip, foi banida no Reino Unido lá nos anos 70. O motivo da proibição? Preocupações com a agranulocitose, uma condição séria que pode afetar nosso sistema imunológico. E não é só a Grã-Bretanha, viu? Esse composto também está fora de circulação em países como:

  • Estados Unidos
  • Japão
  • Austrália
  • Grande parte da União Europeia

O Que Isso Significa para Estêvão?

Agora, apesar da situação, isso não impede que Estêvão continue sendo o rosto da Benegrip. Mas fica a questão: ele estará promovendo um produto que não pode ser vendido em seu novo lar e em muitos outros lugares. Para gravar as publicidades, ele vai ter que dar um jeito de fazer tudo sem o remédio quando estiver na Inglaterra ou nas visitas ao Brasil.

O site UOL foi atrás do pessoal da Benegrip e da Hyperafarma pra saber se esse detalhe foi levado em conta na hora de fechar o contrato e como isso vai impactar nas campanhas e nas vendas. Mas até agora, nada de resposta.

Presentinhos e Outras Polêmicas

Após a entrevista, Estêvão ganhou uma mala de viagem cheia de produtos da Hyperafarma, mas adivinha? Muitos desses itens não vão para a Inglaterra com ele.

Estêvão não é o único a enfrentar uma situação semelhante. O jovem Endrick teve um perrengue ao assinar com uma marca de remédio também. Ele foi anunciado como o embaixador da Neosaldina no final de 2023, mas a medicação é classificada como doping pela Agência Mundial Antidoping (WADA). A substância isometepteno, que está na fórmula da Neosaldina, é um dos itens que estão na blacklist da entidade.

Carreira em Alta

No campo financeiro, Estêvão está fazendo história: sua negociação com o Chelsea chegou a 45 milhões de euros fixos, além de 16,5 milhões de euros em metas. Segundo André Cury, o empresário do jogador, essas metas parecem bem acessíveis. Ele só precisa participar de 70 jogos durante o contrato com a equipe inglesa até 2033 para que o Palmeiras receba todo o bônus.

Ele deve concluir sua transferência para o Chelsea após a participação do Alviverde no Super Mundial de Clubes. Se o Palmeiras não avançar, Estêvão tem apenas mais quatro partidas com a camisa do clube: contra Cruzeiro, Porto, Al Ahly e Inter Miami.


E aí, o que você acha dessa situação toda? Estêvão vai brilhar na Grã-Bretanha ou será que esse remédio vai dar mais o que falar? Deixe sua opinião!

Fonte: uol.com.br

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