← Todas as notícias

Palmeiras Mostra Garra, Botafogo Fica na Defesa!

Se você acompanhou a partida, sabe que foi um verdadeiro duelo de estilos. De um lado, o Palmeiras, com vontade de jogar bola. Do outro, o Botafogo, que mais parecia uma muralha, focando exclusivamente na defesa durante os 100 minutos de jogo.

O Jogo em Detalhes

Desde o apito inicial, ficou claro que o Palmeiras estava jogando para fazer acontecer. E o Botafogo, como em jogos anteriores do Mundial, resolveu focar na defesa e tentar arriscar contra-ataques. Mas, dessa vez, não era só um jogo normal—era eliminação, meu amigo! Defender não era o suficiente.

Ambas as equipes têm elencos com investimentos parecidos. A diferença é que, enquanto o Palmeiras é o grande gastador do Brasil neste ano, o Botafogo também mandou quase R$ 1 bilhão em reforços recentemente. Por incrível que pareça, a pressão por futebol ofensivo caiu toda sobre os ombros do Palmeiras.

Estratégias em Campo

Com uma nova formação em campo, o Palmeiras mandou Allan e Estêvão jogando abertos nas pontas, implementando uma marcação pressão que deixou o Botafogo sem opções. Os alvinegros, por outro lado, estavam sem Gregore e contavam com três volantes — Danilo Barbosa entrou, mas o time continuou a se defender como em jogos anteriores, mesmo após sofrer 62 finalizações em três partidas na fase de grupos. Era como se o Botafogo estivesse jogando contra o PSG, mas, na verdade, era só o Palmeiras.

As melhores jogadas alviverdes surgiam pelo lado esquerdo, graças a Estêvão, que, apesar de contribuir, nem sempre tomava as decisões mais certas. E, quase no fim do jogo, Maurício quase coloca a bola pra dentro, mas a cabeçada dele foi defendida por John. O Botafogo, por sua vez, só arriscou três chutes, mas nenhum realmente ameaçou Weverton.

Mudanças no Segundo Tempo

No segundo tempo, o cenário foi o mesmo. O Palmeiras dominava, mas faltava um toque mais decisivo para colocar a bola na rede. Paulinho e Luighi entraram nos lugares de Estêvão e Vitor Roque, que teve mais um jogo sem brilho. Paulinho, mesmo sendo meia, é um dos mais eficientes na área, mas ele acaba passando mais tempo fora por conta de uma lesão.

O jogo continuou com o Palmeiras controlando, mas o calor também atrapalhou um pouco o ritmo. Após 90 minutos, as estatísticas falavam por si: 18 finalizações para o Palmeiras e apenas 6 para o Botafogo — bem abaixo da média de 7 que o Botafogo havia mostrado no Mundial.

A Prorrogação Aquece a Partida!

Na prorrogação, Paulinho foi ousado: driblou, cortou pela esquerda e chutou rasteiro. A bola encontrou espaço entre as pernas de Kaio Fernando e foi pra rede! Depois disso, o Botafogo finalmente se lançou ao ataque e começou a deixar de lado a formação defensiva. Com Arthur Cabral no lugar de Marlon Freitas, o Botafogo estava decidido a buscar o gol.

Foi uma nova partida a partir daí. Montoro e Joaquín Correa estavam em campo e, se Paiva tivesse sido mais corajoso, talvez Montoro tivesse dado seu show desde o início. Durante 20 minutos, era tudo sobre atacar e buscar a igualdade.

Mas aí o Palmeiras, que estava relativamente confortável, decidiu recuar demais e deixou o Botafogo pressionar. Com Micael em campo e três zagueiros, a pressão aumentou. E, para complicar, Gustavo Gomez foi expulso, intensificando a pressão alvinegra.

Nos 10 minutos finais, o Botafogo mandou 16 chutes ao gol, enquanto o Palmeiras teve 20. Mas a maioria das finalizações do Botafogo veio só quando já estava em desvantagem — apenas um chute realmente foi em direção ao gol de Weverton. Com esse desempenho, fica difícil qualquer time se sustentar em competições de alto nível.


E aí, o que você achou do jogo? Deixe nos comentários sua opinião!

Fonte: uol.com.br

Comentários