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A Demissão de Paiva: Textor e o Método Tentativa e Erro

Conversando sobre futebol, a gente sabe que as mudanças são mais comuns do que se imagina, né? Recentemente, a demissão do Renato Paiva do Botafogo acendeu uma discussão interessante sobre a gestão da equipe e o estilo do John Textor. Vamos dar uma olhada nisso!

Renato Paiva: Bom Caráter, Mas Não Era O Cara

Durante a campanha legal do Botafogo no Mundial de Clubes, já estava na cara que a permanência do Paiva não ia longe. Conversas com torcedores e pessoas do clube me deram essa impressão.

O que não dá para negar é que o Paiva era um cara bacana! Ele era agradável, fazia piadas e conhecia futebol. Mas, sinceramente, o encaixe não rolou. Três anos atrás, o Botafogo estava bem embaixo, e a expectativa era baixa. Agora, com a ascensão do Arthur Jorge, as coisas mudaram. Ele elevou a moral do clube e mostrou que coragem conta muito em campo — e a torcida adora!

A Lógica por Trás da Decisão

O que aconteceu na vitória épica contra o PSG provou que, às vezes, não é só coragem que faz a diferença. O John Textor, com todo seu jeito distinto de dirigir, parecia sentir o que a torcida já pensava: o Paiva era uma boa pessoa, mas não estava no caminho certo para o Botafogo atual.

Textor é um empresário com sucesso nos negócios, e, em geral, os empresários buscam crescer e acumular capital. No entanto, parece que o Botafogo teve uma sorte danada de contar com profissionais competentes sob sua direção. E olha que, nas conversas com torcedores em Seattle e Los Angeles durante o Mundial, todos concordavam: “Demos sorte com a nossa SAF”.

Tentativa e Erro: O Estilo de Textor

Mas, como diz o ditado, "nem tudo são flores". O Textor já teve suas mancada, e a escolha de treinadores mostra que ele opera na base do “tentativa e erro” — bem ao estilo dos velhos dirigentes do futebol brasileiro. Após a saída do Luís Castro, rolou uma verdadeira dança das cadeiras até chegar ao Paiva.

Acho que ficou claro que a escolha dele não foi a primeira opção. O Botafogo tem todo o direito de observar e decidir que um treinador não está funcionando. E no caso do Paiva, a sensação que eu tenho é que ele estava em um “dead man walking” há tempos. A derrota para o Palmeiras foi só a gota d'água.

Reflexões Finais: Profissionalismo ou Amadorismo?

O Textor, como dono do clube, você pode apostar que está dentro do seu direito de reconhecer um erro e tentar consertar. Mas a real diferença agora é que as críticas que antes eram ao clube, agora são direcionadas ao dono.

O Botafogo vive uma confusão entre profissionalismo e amadorismo em diferentes áreas. Enquanto o scout e análise de desempenho estão arrasando, a comunicação deixou a desejar durante o Mundial. Todo mundo falava do Botafogo e, do nada, sumiu do noticiário! Um funcionário até comentou: “Parece que não querem que nosso trabalho apareça”.

Parece que o Textor ainda tem muito o que aprender nesse novo mundo das SAFs. A contratação e a saída do Paiva pintam bem esse quadro. Esses grandes empresários, às vezes, se acham duros e decisivos, mas acabam esquecendo do lado humano. A escola Trump, você entende?

Vamos acompanhar essa novela e ver qual vai ser o próximo passo do Botafogo! ????

Fonte: uol.com.br

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