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Palmeiras se Encontra com Infantino e Não Cobra Posição Sobre a Copa Rio

A diretoria do Palmeiras teve um encontro com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, no último sábado, logo antes e durante a partida entre Palmeiras e Botafogo. O grande chefe do futebol mundial tentou promover uma boa relação entre Leila Pereira e John Textor, líderes dos clubes, um de São Paulo e o outro do Rio. No fim do jogo, ficou com a sensação de que as coisas estavam mais tranquilas.

O Palmeiras teve a oportunidade perfeita para não pressionar Infantino sobre a situação dos dois documentos que foram enviados para a CBF em 2007 e 2014. Esses documentos são sobre o reconhecimento da Copa Rio como o primeiro torneio mundial de clubes. A visão do Palmeiras é que, na real, não precisa mais desse reconhecimento da FIFA, já que o documento de 2007 já identifica o clube como o primeiro campeão em disputas de nível mundial.

Enquanto isso, a FIFA ainda considera os campeões da Copa Intercontinental como campeões mundiais, mas deixa de lado os dois vencedores da Copa Rio, ou seja, Palmeiras e Fluminense, que estão representados nas quartas de final desta Copa do Mundo de Clubes.

Não se está discutindo se a Copa Rio deve ser ou não reconhecida como Mundial de Clubes. O foco é que Infantino se pronuncie sobre por que existem esses dois documentos que confirmam o Palmeiras como o primeiro campeão.

O ex-presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, mencionou: "Não tivemos oportunidade. Continua valendo a ata da FIFA que reconheceu nosso Mundial."

Ainda há tempo para um novo encontro antes das semifinais, mas a possibilidade que pode ser a última é o jogo contra o Chelsea. Desde janeiro, a FIFA não respondeu a uma mensagem oficial enviada por este colunista perguntando sobre o significado dos dois documentos. A questão não é reconhecer o Palmeiras como Mundial de Clubes, mas entender o que aconteceu para que fossem enviados à CBF as duas representações afirmando que a FIFA, sim, considera o Palmeiras como o primeiro campeão de torneios de "âmplio mundial".

A gestão de Leila Pereira decidiu não entrar em conflitos. Quando questionado sobre o assunto no Rio de Janeiro, em 2019, Infantino riu e disse: "Milagres não se perguntam a mim, mas a outra pessoa." Ele acabou desviando do protocolo esperado em sua posição.

No final das contas, estamos todos esperando uma resposta justa de Infantino sobre o porquê de haver dois documentos que confirmam que o Palmeiras foi campeão mundial em 1951.

Fonte: uol.com.br

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