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Com esquema repetido, Fluminense é dominado pelo menosprezado Chelsea

O que rolou nas semifinais do Mundial de Clubes? Vamos falar sobre como o Fluminense, sob a batuta de Renato Portaluppi, chegou bem longe, mas enfrentou um desafio e tanto contra o Chelsea.

Um Desafio Diferente

Não dá pra negar que o Renato fez um ótimo trabalho levando o Fluminense até as semifinais do Mundial. Mas, para chegar à final, o “bloqueio forte e contra-ataque” que funcionou nas etapas anteriores não foi o suficiente. O Chelsea não é qualquer adversário – é um time com um estilo e dinâmicas bem distintas.

Chelsea: Ignorado pela Mídia?

A mídia brasileira, em sua maioria, menosprezou o Chelsea após a derrota para o Flamengo, quase tratando a equipe como se fosse uma das fracas da Europa. Mas, vamos abrir o olho! O Chelsea tem um elenco que vale bilhões de euros e é treinado pelo Maresca, que adota uma abordagem super agressiva no futebol. Eles chegaram pra pressionar forte, e isso acabou sufocando o Fluminense.

O Jogo do Chelsea

Diante de um time que tem jogadores rápidos e que sabe fazer pressão, a falta de qualidade em certos momentos, como a de Thiago Santos, se mostrou nítida. O Chelsea conseguia dominar a bola e o ataque, enquanto o Fluminense lutava pra se encontrar. O estilo de jogo deles era bem diferente do Al Hilal – que se fechava mais – e da Inter de Milão, que apostava nas jogadas aéreas.

Gols e Chances

Um dos protagonistas da partida foi Pedro Neto, que estava fazendo uma Copa do Mundo incrível e não deu paz ao Guga. Ele foi responsável pela jogada que deixou João Pedro na cara do gol, e o que ele fez? Um golaço no ângulo!

Depois dos 20 minutos, o Chelsea relaxou um pouco na marcação, e o Fluminense conseguiu ter mais posse. Criou uma boa oportunidade com o Hércules, mas Cucurella fez um milagre e tirou em cima da linha. Bom, isso ainda não era o bastante pra igualar o jogo.

Mudanças Estratégicas

No segundo tempo, Renato resolveu que era hora de mudar a estratégia se quisesse buscar o empate. Ele tirou Thiago Santos e colocou Keno em campo. Depois, Everaldo entrou no lugar do Cano.

A partir daí, o Fluminense passou a ter mais a posse na frente, mas sem muita ameaça real para os ingleses. Enquanto isso, o Chelsea continuava criando chances, e logo após a entrada do Keno, eles roubaram a bola no meio e, numa jogada rápida, Enzo Fernández lançou João Pedro. Ele, ex-jogador do Fluminense, mandou pra rede, driblando Thiago Silva como um verdadeiro craque.

Espaço para o Chelsea

Com uma vantagem confortável e uma defesa carioca mais relaxada, o Chelsea teve muito espaço para atacar. Se não tivessem desperdiçado tantas chances, a vitória teria sido ainda mais elástica. No final, o Chelsea finalizou 15 vezes a gol, enquanto o Fluminense ficou com 10, sendo que a maioria foi quando os europeus já acreditavam que o jogo estava na bolsa.

Reflexões sobre a Campanha

Faltou um pouco mais de força ao Fluminense para reagir contra um rival muito mais poderoso. No entanto, é inegável que a equipe fez uma campanha incrível no Mundial, chegando a uma semifinal surpreendente e mostrando mais do que muitos esperavam.

Para chegar ao título em um Mundial, vai ser necessário subir mais um degrau. E aí, amigos, será que o Fluminense já tá se preparando pra próxima?

Fonte: uol.com.br

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