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Sem Ipanema, Renato relaxa com ping pong, livro de Adriano e mimo da filha

O lado descontraído de Renato Portaluppi

Mesmo sendo gaúcho de coração, Renato, o famoso Portaluppi, é um verdadeiro garoto de Ipanema. Desde que o Fluminense desembarcou nos Estados Unidos em 7 de junho, ele tem se afastado um pouco das maravilhas da praia e buscado novas formas de relaxar entre um treino e outro.

Chinelos no lugar das areias da praia

Sem dúvida, Renato não abre mão de seus indispensáveis chinelos Havaianas. Ele os usa sempre que pode, seja na chegada aos treinos ou nas viagens da equipe. Para ele, o tênis só entra em cena durante os jogos e as atividades.

Ping pong: a nova paixão

Como não pode aproveitar um chope com os amigos no bar Pura Brasa, em Ipanema, onde é super conhecido, a solução encontrada foi o ping pong! O treinador se envolve em diversas partidas com os jogadores, a comissão técnica e até os dirigentes do Fluminense.

A leitura que faz companhia

Quando a solidão bate na porta do seu quarto, Renato se perde nas páginas do livro "Adriano, meu medo maior", escrito por Ulisses Neto e lançado em 2024. Uma verdadeira obra de ficção que promete prender a atenção.

A presença da filha Carolina

A maior alegria durante o Mundial tem sido as visitas de sua filha Carolina. E o que é melhor: ela sempre compartilha momentos divertidos com o pai nas redes sociais. Em uma dessas visitas, ela até levou um presente antecipado para o aniversário dele, que acontece só em setembro!

Futebol nos momentos livres

Para aqueles que ainda não levam Renato Gaúcho a sério, vale lembrar que ele não consegue ficar longe do futebol. Durante o tempo livre, ele se dedica a assistir jogos, segundo pessoas próximas que estão com o Fluminense nesta competição.

Reflexões sobre reconhecimento e táticas

Renato também comentou sobre como algumas pessoas enxergam seu trabalho. Para ele, as opiniões variam: "Alguns enxergam, outros preferem criticar sem conhecer a fundo". Ele garante que não conquistou seus títulos à toa. No Grêmio, ele implementou três ou quatro esquemas de jogo que funcionaram. Agora, na Copa do Mundo, ele já alterou a tática duas vezes, colhendo bons resultados.

E para os que adoram criticar as partes táticas, ele deixa um questionamento: Quantos realmente entendem o suficiente para criticar os treinadores? É uma reflexão que convida todos a pensar um pouco sobre o tema!


Então, fica a dica: Renato pode estar longe de Ipanema, mas a criatividade e a conexão com a família e o futebol continuam fazendo parte do seu dia a dia, sempre deixando seu bom humor e paixão pelo esporte à mostra!

Fonte: uol.com.br

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