Como a FIFA Estragou o Momento Mais Marcante do Seu Melhor Torneio
O Que Aconteceu?
Quem diria que a ideia de uma Copa do Mundo de Clubes a cada quatro anos poderia gerar tanta polêmica, hein? Imagina só, nos Estados Unidos, o povo só fala disso durante as férias dos europeus. Uma doideira!
Mas, pasmem! Gianni Infantino insistiu, colocou a mão no bolso e acabou criando um dos torneios mais irados da história do futebol. Se você discorda, tudo bem. Eu só sei que é impossível não amar um mês recheado de confrontos como: Mamelodi x Borussia, Boca x Bayern, Flamengo x Chelsea, Fluminense x Inter de Milão, PSG x Botafogo, Al-Hilal x City, e Palmeiras x Chelsea logo após um confronto épico entre Palmeiras e Botafogo!
O Lado Sombrio da Coisa
Ok, tudo isso pode parecer divertido, mas, no fundo, tudo que a FIFA quer é aumentar seu poder sobre os clubes e, claro, fazer mais dinheiro. E quem olha de perto percebe que isso vem acompanhado de um bocado de problemas e dúvidas, especialmente no que diz respeito à crise climática.
Pessoalmente, ignorei esses percalços e aproveitei tudo que o futebol tinha a oferecer. Até fui surpreendido na final! O PSG, que vinha arrasando seus adversários europeus, acabou levando 3 do Chelsea. Fato curioso: os caras chegaram aos Estados Unidos pensando "que chatice estar aqui" e acabaram voltando para Londres com o tão cobiçado troféu!
Um Momento Que Ninguém Deveria Presenciar
Mas, como se não bastasse, foi precisamente nesse ponto que a FIFA decidiu estragar a festa. Para quem valoriza um mínimo de democracia e decência, o que aconteceu é uma verdadeira lástima.
Claro, a FIFA teve a brilhante ideia de colocar Donald Trump (fascista, golpista, estuprador, escolha seu adjetivo) no pódio, forçando todos os premiados a apertar aquela mão repugnante e se curvar para receber suas medalhas. Mas a coisa não parou por aí! Ele ainda se meteu em um dos momentos mais icônicos da história do Chelsea. Quando torcedores de todo o mundo assistirem ao evento novamente, lá estará o "prototipo laranja de ditador" posando de bonzinho.
Infantino até tentou tirá-lo do palco após entregar as medalhas ao Reece James, mas era claro que o presidentão não ia perder essa chance de brilhar numa cena tão positiva na mídia. Depois de inúmeras controvérsias e declarações profundamente problemáticas, é de ficar pasmo ver ele sorridente, como se fosse um líder legítimo, mesmo cercado pelo constrangimento das estrelas do espetáculo — Cole Palmer pode confirmar isso.
Conclusão
E assim, mais uma vez, a FIFA nos mostrou que não podemos baixar a guarda nem por um segundo. O maior desgosto, com certeza, é sempre o próximo.
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Fonte: uol.com.br