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O Futebol na Era da Estupidez Extremista

Introdução ao Caos do Futebol

Quem diria que o futebol chegaria a esse ponto, né? No mundo do futebol, a vida parece ser uma montanha-russa emocional, cheia de altos e baixos. Filipe Luis, por exemplo, é a estrela que despedaçou o paternalismo no jogo. Já o Renato Gaúcho, esse sim, é um verdadeiro estrategista, o maior treinador do Brasil, se você perguntar. Aí vem o Neymar, que todos amam e detestam ao mesmo tempo, e o Pedro, que, bem... parece só estar ali de bobeira às vezes. E quanto ao Abel? Tem quem diga que ele é um gênio, enquanto outros acham que é pura loucura.

Onde foi parar o meio-termo?

A verdade é que o futebol está radical. A ideia de nuance desapareceu em um fim de tarde de domingo. Sem tempo para debates ou reflexões, estamos na era do "isso ou aquilo" e acabou.

O Neymar voltou, fez um gol e, como mágica, é de novo o cara. Mas calma lá! Vamos com calma. Ele foi decisivo contra o Flamengo, sim, e tem talento de sobra. Agora, será que ele vai recuperar a tão cobiçada 10 da seleção? E que tal o Pedro? Se ele não acordar, pode ser que ninguém passe a bola pra ele.

Mudanças Rápidas e Juízos Temporários

Lembre-se: é fácil mudar de lado. Filipe Luis, ontem chamado de gênio, pode ser chamado de “bagre” em um piscar de olhos se perder duas seguidas. E quem estava defendendo o Pedro? Agora muito provavelmente está mudando de opinião.

Abel, esse mestre do improviso, passa de gênio a pardal em segundos, fazendo a gente ficar com a cabeça gira. É quase como um jogo de esconde-esconde tático!

Como bem apontou minha amiga Alicia Klein com a física quântica: “duas coisas podem ser verdade ao mesmo tempo.” O Neymar é um talento fora do comum, mas, fora do campo, as suas atitudes às vezes deixam a desejar. Com os amigos do lado, parece ser nota 10, mas existem camadas e camadas na personalidade dele.

Tretas e Reencontros no Futebol

Filipe Luis está aprendendo a ser treinador e a lidar com os atletas, o que é essencial. E o Pedro? Ele pode ser um craque cheio de problemas, mas ainda é jovem e tem muito pra crescer. A pergunta que fica é: como manter o Pedro no time sem causar alvoroço e, ao mesmo tempo, garantir que continue fazendo gols?

E o Abel Ferreira? Esse tem um talento nato pra montar times, sempre em busca de ressuscitar seu Palmeiras. Acerta mais do que erra, mas, se você for pensar em vaias, lembre-se: a opinião pode mudar a qualquer momento.

O Renato, por outro lado, é aquele treinador que bate um papo tranquilo com o grupo. Ele entende de tática, mas também é boleiro e parece estar amadurecendo (à sua maneira). E quem não ficou com a sensação gostosa de pai legal após acompanhar a cobertura da Copa do Mundo pela sua filha, Carol Portaluppi?

Reflexões: O Que Estamos Percebendo?

Conversar e compartilhar ideias é o que torna a vida interessante. A troca de opiniões pode nos levar a novos horizontes, mas, parece que não estamos muito abertos a isso.

Infelizmente, o debate no futebol muitas vezes é domínio de uma única voz: a de um homem branco, heterossexual e cisgênero. O ambiente é mais violento, excludente e simplista do que deveria. Precisamos criar novos espaços e realidades, ouvir outras vozes e trocar percepções. Essa mudança seria benéfica para o jogo e ajudaria a diminuir a superficialidade tanto dentro quanto fora dos campos.

Vamos prestar atenção e tentar escutar mais. Afinal, o futebol também é sobre isso: entendimento, respeito e, quem sabe, um pouco mais de sabedoria na hora de discutir.

Fonte: uol.com.br

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