Corinthians Enfrenta Risco de Transfer Ban por Dívidas com a CBF
Uma Bomba para o Timão!
O Corinthians está passando por um perrengue sério! O clube não pagou a primeira parcela da dívida renegociada no CNRD, o tribunal da CBF. E o valor? Nada menos que R$ 4,5 milhões! ?? Por conta disso, o time corre o risco de enfrentar um transfer ban.
Contagem Regressiva para a Quitação
Agora, a diretoria está em uma corrida contra o tempo para arranjar dinheiro e quitar a dívida dentro do prazo de cinco dias, que vai até 22 de julho. Mesmo com a pressão, eles acreditam que vão conseguir o $$ e, assim, evitar o bloqueio de registros de jogadores.
O Cuiabá, que é um dos credores por conta da transferência do jogador Raniele, já está se preparando para entrar com um pedido de punição contra o Corinthians na CNRD ainda hoje. O plano deles é claro: se a dívida não for quitada, a punição vem na forma de um transfer ban.
O Tama da Dívida
Essa não é a única dor de cabeça do Timão. O Corinthians tem uma dívida total de R$ 76 milhões com jogadores e clubes. Por isso, foi proposto um plano coletivo de pagamento, que é o que normalmente é solicitado nesse tipo de situação.
Após um bom tempo de negociações, o clube conseguiu um plano de 24 pagamentos trimestrais. A primeira parcela, no entanto, venceu ontem e o dinheiro não apareceu.
Na noite de quinta-feira, o Cuiabá já começou a contagem regressiva pelas redes sociais, enquanto na diretoria alvinegra a realidade já estava clara: não havia grana para o pagamento.
O que vem a seguir?
De acordo com as regras do CNRD, o Corinthians tem esse prazo de cinco dias para provar que quitou a dívida. Na prática, é uma tolerância que pode fazer toda a diferença.
A boa notícia é que a diretoria está em busca de recursos e acredita que pode honrar os valores até o dia 22. Uma das opções é antecipar R$ 30 milhões do contrato de transmissão de TV. Além disso, outras alternativas estão sendo avaliadas pela equipe alvinegra para garantir que a quitação aconteça.
E aí, será que o Timão vai dar a volta por cima? Tudo indica que sim!
Fonte: uol.com.br