O Preparador Físico que Mudou de País com Renato Augusto
Uma passagem especial pelo Rio
Olha só que história bacana! O Bayer Leverkusen está fazendo parte da sua pré-temporada nas instalações do Flamengo, e essa parada no Rio é especialmente significativa para o preparador físico Daniel Jouvin. Ele já fez parte da equipe do Flamengo e, faz mais de dez anos, se aventurou na Alemanha, tudo com a ajuda do nosso querido Renato Augusto.
"Foi o Renato quem me indicou para o clube. Em 2010, quando a temporada acabou, eu fui para a Alemanha, conversamos com o Bayer e eles aceitaram me levar".
A trajetória de Renato no futebol
Para quem não sabe, Renato Augusto, que começou sua carreira no Flamengo, foi vendido para o Bayer Leverkusen em 2008. Depois, em 2013, ele se transferiu para o Corinthians e os dois acabaram seguindo caminhos diferentes. Mas, segundo Daniel, "o Bayer quis ficar comigo e estou lá até hoje".
O reencontro e as memoráveis lembranças
Daniel, ou “Giga” — um apelido carinhoso que vem de "gigante", apesar de seus 1,65m — teve a chance de revisitar lugares icônicos como o Ninho do Urubu e a Gávea, durante um amistoso com o time sub-20 do Flamengo.
"Foi muito especial para mim porque comecei a trabalhar aqui na Gávea. Depois, inauguramos o Ninho para o profissional, se não me engano, em 2006, antes da final da Copa do Brasil. Foi incrível voltar e rever o pessoal", contou ele, emocionado.
Adaptação e novos laços na Alemanha
Ele também lembrou dos desafios que enfrentou no começo da sua nova vida. Quando Renato saiu do Bayer, as coisas ficaram um pouco complicadas para Daniel e sua esposa.
"No início foi difícil, principalmente quando o Renato foi embora. Nós perdemos um pouco desse convívio social e acabamos ficando sozinhos. Mas com o tempo as coisas foram se ajustando; minha esposa ficou grávida, minha filha nasceu, e começamos a conhecer outras pessoas, alguns brasileiros que nos ajudaram. Viver fora do país não é fácil, mas estamos felizes, tudo se encaixou e nos adaptamos bem".
Uma história de superação e amizade, não é mesmo? Daniel não só ajudou Renato em sua passagem pelo futebol, como também se tornou padrinho da filha dele. É uma carga forte de memórias, e a jornada dos dois é um verdadeiro exemplo de como o futebol pode criar laços que vão além das fronteiras.
E você, o que acha dessa história? O futebol realmente é uma grande família!
Fonte: uol.com.br