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Torcedor está cansado: queda da Fiel é um sinal de crise interminável

Acredite se quiser, mas a bomba que estourou essa semana no Parque São Jorge não tem a ver com a má fase do time, escândalos administrativos ou dívidas astronômicas. Desta vez, o que realmente caiu foi a imagem da Fiel Torcida.

A Perda da Fiel

Segundo uma pesquisa fresquinha da Ipsos-Ipec, publicada nesta segunda pelo jornal O Globo, o Corinthians viu sua torcida despencar. E não foi um minguado percentual, não! A preferência nacional do time que já foi de 15,5% caiu para 11,9% em apenas três anos! Para se ter uma ideia do tamanho dessa perda, isso equivale a toda a torcida do Vasco, que atualmente é a quinta maior do Brasil.

Claro, sempre tem uma margem de erro quando falamos de pesquisa de torcida, e as discussões sobre isso são acaloradas, desde os bares até os grupos de WhatsApp. Mas não dá pra ignorar o alerta vermelho que esse resultado acende nos bastidores do alvinegro.

A Fiel Sempre Presente

Estamos falando da Fiel, o orgulho da nação corintiana, a torcida que se destacou mesmo durante os 23 anos de espera por títulos. Sim, nesse período, a torcida cresceu, mesmo sem taças pra exibir.

Mas, agora, em meio a escândalos, gestões equivocadas e um desempenho fraco em campo, parece que uma parte da torcida começou a pular do barco antes do naufrágio.

E aqui vamos nós: não estamos falando do torcedor raiz, aquele que veste a camisa até no velório. Estamos nos referindo à torcida mais volátil, a que só se engaja quando o time está bem. E sejamos justos: o Corinthians não tem dado alegrias faz tempo.

Agora é a hora de perguntar: se a Fiel realmente desistir, o que está fazendo a atual gestão com esse amor?

Números das Maiores Torcidas do Brasil

Se essa queda na pesquisa se confirmar, a diretoria corintiana estará na história por ter feito a Fiel desistir de apoiar. Veja os números das maiores torcidas do Brasil:

  • Flamengo: 21,2% (21,8% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  • Corinthians: 11,9% (15,5% em 2022, queda acima da margem de erro)
  • Palmeiras: 6,5% (7,4% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  • São Paulo: 6,4% (8,2% em 2022, queda acima da margem de erro)
  • Vasco da Gama: 3,4% (4,2% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  • Grêmio: 3% (3,2% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  • Cruzeiro: 2,3% (3,1% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  • Atlético-MG: 2,3% (2,1% em 2022, subida dentro da margem de erro)
  • Bahia: 2,2% (1,7% em 2022, subida dentro da margem de erro)
  • Santos: 2% (2,2% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  • Internacional: 1,7% (2,2% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  • Botafogo: 1,5% (1,3% em 2022, subida dentro da margem de erro)
  • Sport: 1,3% (1,2% em 2022, subida dentro da margem de erro)
  • Fluminense: 0,9% (1,1% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  • Seleção brasileira: 0,9% (0,7% em 2022, subida dentro da margem de erro)
  • Vitória: 0,8% (0,7% em 2022, subida dentro da margem de erro)
  • Fortaleza: 0,7% (1,3% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  • Ceará: 0,7% (0,8% em 2022, queda dentro da margem de erro)
  • Santa Cruz: 0,6% (0,6% em 2022)
  • Athletico-PR: 0,5% (0,5% em 2022)
  • Remo: 0,5% (0,4% em 2022, subida dentro da margem de erro)

E aí, o que você acha?

Vamos lá, corintiano! Qual é a sua opinião? Siga firme ou tá na hora de um reclamo sobre a gestão atual?

Fonte: uol.com.br

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