A torcida única precisa acabar: Paulistas, é hora de agir!
Fala, galera! Vamos conversar sobre um assunto que já está batendo na nossa porta há um tempão: a torcida única nos clássicos do futebol paulista. Estamos prestes a completar nove anos dessa triste realidade que tem deixado a disputa entre os rivais de São Paulo sem graça. Desde abril de 2016, a vibe dos jogos mudou e, olha, não para melhor. O que antes era uma festa de gritos, provocações e rivalidade, hoje parece um grande desfile de melancolia.
Gerações perdidas
Sério, já parou pra pensar que muitos jovens torcedores nunca viveram a emoção de ver seu time jogar com a presença da torcida rival? Isso é uma grande pena! Agora, para eles, o que sobrou foi um futebol marcado pela intolerância. E não é à toa que isso acontece: a palhaçada de só permitir torcida única acaba criando um clima tenso no estádio, que vai além das quatro linhas.
O que acontece em campo?
Essa situação criou hábitos bem ruins, que só pioram a experiência do torcedor. Um exemplo recente? Na quarta-feira, em Itaquera, o goleiro Hugo Souza teve que intervir quando a galera do Palmeiras estava comemorando um gol que depois foi anulado. E não é só ele! O Weverton também ficou na linha de frente de uma situação parecida quando a torcida do Corinthians fez festa na casa deles. E por quê? Porque, infelizmente, não tem opção: é comemorar na cara do rival ou nada.
A saída: proibir a comemoração?
Eita, imagina só se alguém sugerisse que o jogador, ao marcar um gol como visitante, tivesse que sair de fininho? Sem fazer gestos, sem mostrar emoção... Pensa bem, seria um cartão amarelo na certa por comemorar! É claro que isso é absurdo, mas a situação atual está indo por esse caminho, e isso mata um pouco do futebol a cada episódio constrangedor que vemos.
A verdade sobre a segurança
E vamos ser francos: a torcida única não resolve o problema da violência nos jogos. Na verdade, os confrontos e a bagunça pela cidade continuam, mesmo com os estádios mais tranquilos desde que essa medida foi implementada. O que deveria acontecer é que as autoridades de segurança mantivessem a ordem, punindo os brigões e garantindo que a impunidade não seja uma opção. As leis estão aí, é só cumprir!
O exemplo carioca
Olha só, a apenas 400 quilômetros de distância, no Rio de Janeiro, os clássicos ainda rolam com duas torcidas e áreas mistas. E tudo é feito de maneira civilizada! O que será que os cariocas têm que os paulistas estão deixando passar? É falta de boa vontade? De competência? Ou talvez a escolha do caminho mais fácil? A verdade é que essa falta de atitude está deixando a segurança e a alegria do futebol em risco.
Então, paulistas, vamos fazer alguma coisa! Vamos resgatar a emoção, a rivalidade e a paixão que o futebol traz. É hora de agir!
Fonte: uol.com.br