Flamengo se defende no STJD: Bruno Henrique não causou prejuízo
O Flamengo entrou em ação no julgamento do STJD que analisou o caso do atacante Bruno Henrique. Ele foi acusado de avisar seu irmão sobre a possibilidade de receber um cartão amarelo durante a partida contra o Santos, no Brasileirão 2023. A teoria é de que isso poderia ter influenciado o mercado de apostas. Mas o Flamengo não deixou isso barato!
A defesa do Mengão
Primeiramente, o Flamengo se posicionou fortemente no caso, afirmando que não houve prejuízo decorrente do cartão amarelo. Eles até enviaram uma carta ao STJD defendendo sua posição. O clube trouxe alguns pontos para a mesa:
- Prescrição do caso: O Flamengo argumentou que a situação estava prescrita, quase conseguindo convencer a maioria dos auditores. Mas, com um voto de 3 a 2, o julgamento continuou.
- Sem impacto no campeonato: O advogado Michel Assef Filho reforçou que o cartão não teria influenciado na posição final do Flamengo no campeonato. Para ele, era uma suposição de que Bruno Henrique poderia levar o amarelo, mas isso não é informação privada.
- Estratégia com o árbitro: Se Bruno recebesse o amarelo, ele ficaria fora da próxima partida contra o Fortaleza, mas voltaria "limpo" para enfrentar o Palmeiras. Vê-se que tudo estava bem planejado.
A união das defesas
Como um verdadeiro time, o Flamengo e o advogado de Bruno Henrique, Alexandre Vitorino, trabalharam lado a lado pedindo a absolvição do jogador. Eles deixaram claro que suas intenções eram ajudar a esclarecer a situação.
Um recado ao STJD
Os representantes do Flamengo foram diretos em sua declaração ao Tribunal:
“Não tivemos prejuízo esportivo devido ao cartão amarelo recebido pelo Bruno Henrique.”
A posição do Flamengo é que o cartão não pegou a equipe de surpresa e que sempre foi uma parte do planejamento para a temporada. Além disso, destacaram que Bruno é um ídolo do clube, sempre cumprindo suas obrigações.
Com relação às acusações
Vamos dar uma olhada mais próxima no artigo 243:
O que diz o artigo 243? Ele aborda a questão de "atuar deliberadamente de modo prejudicial à equipe". A defesa alega que é necessário provar o impacto direto. O argumento apresentado é que não houve tal prejuízo, já que o Flamengo não estaria atrás de nenhum time em um critério de desempate que envolvesse cartões amarelos.
E o artigo 243-A? Este artigo trata da influência no resultado da partida. A defesa afirmou que não houve nenhuma ação por parte de Bruno Henrique que pudesse alterar o andamento do jogo.
O futuro do caso
Agora, a expectativa gira em torno do resultado do julgamento, que sairá em breve. É bom lembrar que Bruno Henrique corre o risco de ser suspenso por até dois anos, mas ainda existe a possibilidade de recorrer da decisão.
E você, o que acha de toda essa história? O Flamengo realmente teve prejuízo ou tudo não passou de um mal-entendido? Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos!
Fonte: uol.com.br