Recompra, Dobro da Base e Preferência de SAF: Entenda o Fundo de Cotia
E aí, pessoal! Hoje vamos falar sobre uma nova estratégia que está rolando no São Paulo, e que promete fazer uma grande diferença no futuro do time. Estamos falando do famoso fundo para investimento em Cotia, que pode ser uma alternativa esperta à SAF (Sociedade Anônima do Futebol). Bora conferir?
O Que É Essa História do Fundo?
A diretoria do São Paulo tá bolando um esquema bem legal para deixar o time mais competitivo no cenário do futebol brasileiro. A ideia é levar esse projeto para a aprovação do Conselho Deliberativo. O economista Moisés Assayag, que é consultant do clube, revelou algumas informações quentes sobre como tudo isso funciona.
“Olha, estão focando demais na parte financeira e esquecendo que isso é um passo inovador! O objetivo aqui é trazer saúde financeira pro clube, fugindo do dilema: SAF ou nada. Precisamos de algo novo. Com as 58 conversas e visitas que fizemos, conseguimos montar um projeto robusto… O ambiente do futebol mudou e a gente não pode continuar fazendo o mesmo", disse Assayag.
Os Números do Fundo
Vamos aos detalhes! O fundo tá sendo desenvolvido pela Galápagos e planeja levantar pelo menos R$ 250 milhões. Dessa grana:
- R$ 50 milhões vão para dívidas.
- R$ 200 milhões vão ser investidos na base.
E quanto tempo dura esse projeto? Não tem um prazo fixo, mas a previsão mínima é de dez anos. Durante esse período, o São Paulo poderá recomprar a unidade de negócios que se tornar a base do clube. A divisão vai ser de 70% para o time e 30% para o fundo.
Como vai Funcionar a Recompra?
Nessa recompra, o clube vai pagar o valor investido e uma taxa de retorno. Mas o lucro do fundo vai ser descontado desse total. Por exemplo: se o fundo aplicar R$ 250 milhões e isso se transformar em R$ 500 milhões em dez anos, se o fundo lucrar R$ 500 milhões, o São Paulo reverteria os 30% a zero. Mas se o lucro for de R$ 300 milhões, teria que arcar com R$ 200 milhões. Esses são apenas números didáticos, tá bom?
Por Que Vender 30%?
Agora, você deve estar se perguntando: por que o clube vai abrir mão de 30% dos direitos futuros dos jogadores, sendo que já tá lucrando com as vendas? Olha, o São Paulo já negociou R$ 237 milhões em 2025, mas segundo Assayag:
“Esse valor é algo pontual e totalmente fora da média. Nos últimos anos, a média tem sido de R$ 150 milhões. O ideal é multiplicar esse número e chegar a R$ 300 milhões!”
A ideia é aumentar o volume de jogadores e as vendas. Se hoje temos 350 jogadores, a meta é chegar a 700, com a contratação da garotada de 14 a 16 anos. E não só qualquer jogador, mas os melhores das categorias de base.
Fortalecendo o Time
Para o time profissional, isso vai fazer toda a diferença. Com um elenco mais forte, fica mais fácil enfrentar a concorrência. A boa notícia é que haverá também um reforço na área de scout, ampliando a rede de olheiros pela América do Sul. A proposta é criar “mini São Paulo” para fazer a adaptação dos novos talentos, aumentando de 350 garotos para 700 meninos!
Ah, e não se preocupe! Esse fundo vai ser regulado pela CVM e auditado pelas Big Four.
E se o Clube Virar uma SAF?
Apesar de estar sendo desenvolvido como uma alternativa, já há uma cláusula que garante que, se o São Paulo se tornar uma SAF, a Galápagos terá preferência na compra de uma parte do clube. Se alguém fizer uma proposta, a Galápagos pode igualar a oferta para proteger seu investimento na base.
Os investidores no fundo são todos profissionais do Brasil, mas a ideia é abrir as portas para torcedores no futuro!
E, para finalizar, o grego Evangelos Marinakis não está envolvido nesse projeto.
E aí, curtiram? O futuro do São Paulo pode ser bem mais promissor com essas novas ideias! Vamos ficar de olho!
Fonte: uol.com.br