Flamengo: Jorginho e seu trauma com a carne ensopada na Itália
Uma história de superação
Antes de brilhar com a camisa do Flamengo, Jorginho teve que encarar grandes desafios na Itália, entre os 13 e 15 anos. Ele viveu em um alojamento bem precário em Vêneto, e o que não falta lá é história! O ponto mais difícil? O famoso ensopado de carne. Isso porque esse era o único prato que ele comia repetidamente. Imagina só: dias e dias sem variar o cardápio, e tudo isso no frio!
A visita da mãe e a escolha difícil
A coisa ficou tensa quando sua mãe, Maria Tereza, decidiu visitá-lo. A preocupação dela era tanta que ela o convidou para voltar para casa: “Você vai embora comigo”, disse. Mas Jorginho foi firme e soltou um "não vou". Ele precisava dessa chance, acreditava que, se não se tornasse jogador, sempre se lembraria e culparia a mãe por isso.
"Fui para lá (Itália) quando tinha 13 anos. Fiquei dois anos com outros meninos da minha cidade. Foi o perrengue mais pesado, mas era o meu sonho, né?"
Jorginho, ao UOL
Mesmo sem água quente para um banho no inverno e comendo carne ensopada a todo momento, ele sabia que precisava perseverar.
A escolha pela seleção italiana
Jorginho também revelou, em uma entrevista superlegal ao UOL, que hesitou antes de aceitar a naturalização italiana. Ele cresceu assistindo a ídolos como Ronaldinho e Ronaldo, e não era fácil deixar para trás o sonho de vestir a camisa da seleção brasileira.
"Naquele momento, eu estava tendo um choque de realidade."
Jorginho, ao UOL
Mas a vida deu seus rumos e, no fim das contas, também havia um porquê: sua ancestralidade italiana e a paixão pelo país.
O futuro no Flamengo e a seleção
Campeão da Eurocopa de 2020, Jorginho quer voltar à seleção italiana e achou que acertar com o Flamengo era a jogada certa para aumentar sua visibilidade:
"Essa foi mais uma decisão do porquê eu vir para um clube como o Flamengo, para estar em vista."
Jorginho, ao UOL
Vida pessoal e a mistura cultural
Atualmente, Jorginho vive uma verdadeira mistura cultural. Casado com a irlandesa Catherine Harding, e pai de filhos que nasceram na Europa, ele tenta juntar o melhor de cada cultura na educação dos pequenos:
"A gente fala mais inglês em casa, mas eles estão aprendendo português e adorando a culinária brasileira."
Um futuro como treinador?
E o que vem por aí? Jorginho, que já fez um curso de treinador enquanto estava no Arsenal, admite que essa pode ser uma direção interessante para o futuro.
"Tive a oportunidade de fazer o primeiro treino com os meninos da base do Arsenal e pensei: 'Caramba, isso é muito bom!'"
Jorginho, ao UOL
Ele ainda não tem certeza se vai seguir essa carreira, mas as chances são grandes, segundo ele mesmo.
E assim, Jorginho continua a traçar sua história, entre desafios, superações e sonhos, mostrando que o caminho do futebol é cheio de surpresas e lições de vida!
Fonte: uol.com.br