Palmeiras: O 1º Tempo Mais Fraco com Abel e a Esperança no 4 x 3 Contra o Botafogo
Um Primeiro Tempo de Fazer Chorar
Quando a gente fala sobre os piores primeiros tempos do Palmeiras sob a batuta do Abel Ferreira, logo vêm à mente algumas derrotas marcantes. Lembra daquela vez em que o Verdão levou 4 a 2 do Bragantino no Allianz em 2021? E não podemos esquecer dos 0 x 3 que viraram 4 x 3 contra o Botafogo, com o jovem Endrick chapiscando no jogo.
Em uma semana danada, o time sofreu três gols em dois primeiros tempos horríveis. Desde dezembro do ano passado, quando tomou 1 x 3 do Botafogo, não se via um goleiro palmeirense levando três gols em duas partidas seguidas, e a estreia de Carlos Miguel não começou nada bem.
Um Reinado Quebrado
Após 25 jogos sem perder contra times estrangeiros na Libertadores e uma sequência de invencibilidade fora de casa, tudo desmoronou em apenas 45 minutos. Com isso, o Palmeiras vê a eliminação da Libertadores se aproximar pelo terceiro ano consecutivo, duas delas nas semifinais.
Matematicamente, a eliminação só vai ser oficial em uma semana, mas, convenhamos, reverter a goleada pesada sofrida em Quito vai ser quase um milagre. O Palmeiras simplesmente não conseguiu marcar direito e deixou muito espaço para Gruezo e Villamil. Além disso, não tinha ninguém para cuidar das costas de Khellven, e tanto Alzugaray quanto Medina apareceram cara a cara com Carlos Miguel.
Mudanças e Desilusões
Com apenas 25 minutos de jogo, Abel resolveu mudar a posição do Raphael Veiga, deslocando ele para o meio para tentar proteger mais a grande área. Mas, olha, essa alteração não deu muito certo e acabou resultando na saída do Veiga, que foi trocado pelo atacante Ramon Sosa no intervalo.
Uma verdadeira tempestade de coisas erradas! A lembrança mais triste que fica é a virada épica de 3 x 1 para 4 x 0 contra o São Paulo na final do Paulista de 2022 e, é claro, o 4 x 3 contra o Botafogo, tudo em apenas 45 minutos. E agora, será que rola uma virada em noventa?
Um Novo Desafio à Vista
Enquanto isso, Tiago Nunes pode estar a um passo de se tornar o primeiro técnico brasileiro a levar um time estrangeiro para a final do maior torneio de clubes do continente. É, meus amigos, esse é o futebol!
Fonte: uol.com.br