A polêmica do gol anulado do Palmeiras: o que rolou?
No último jogo do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras empatou em 1 a 1 contra o Remo no Mangueirão. Mas o que realmente deu o que falar foi o gol anulado da equipe palmeirense. Vamos entender melhor essa história!
O lance controverso
A confusão começou lá aos 49 minutos do segundo tempo, quando o jogador Flaco López disputou uma bola pelo alto. A bola acabou tocando na mão do argentino e sobrou para o colega Bruno Fuchs, que fez o gol. O árbitro, Rafael Rodrigo Klein, inicialmente validou o gol, mas depois foi chamado pelo VAR e decidiu anulá-lo. O motivo? O toque de mão de Flaco.
O que a regra diz?
A regra é clara: se a bola tocar no braço de um jogador antes de outro fazer o gol, o tento pode ser considerado válido, desde que o toque não tenha sido intencional.
- Se o VAR e o árbitro acharem que houve intenção, o gol é anulado.
- Se for considerado um movimento natural, o gol deveria ser validado.
O que dizem os ex-árbitros?
Após o jogo, o UOL entrevistou ex-árbitros, e as opiniões foram divididas. Vamos destacar algumas delas:
- Alfredo Loebeling: “Para mim, foi um gol legal. O toque foi acidental e deveria contar.”
- Guilherme Ceretta: “A regra mudou, mas nesse caso, o gol deveria ser validado já que o toque foi acidental e sobrou para um companheiro.”
- Carlos Eugênio Simon: “Abola tocou no braço de Flaco, mas foi um gesto natural. O gol deveria ter sido validado.”
- Ana Paula Oliveira: “O gol foi bem anulado porque o braço do Flaco estava aberto, ampliando seu espaço corporal.”
- Emídio Marques: Ele aponta que, antes de Bruno Fuchs marcar, a bola tocou acidentalmente no braço de outro jogador, então a decisão de anular foi errada.
O VAR e a decisão final
O VAR, por sua vez, teve uma visão diferente. O árbitro Rafael Traci recomendou a revisão por conta da mão do jogador. O próprio Rafael Klein, na hora, confirmou a anulação, alegando a mão sancionável.
A voz do Palmeiras
Depois do jogo, tanto Bruno Fuchs quanto Anderson Barros, o diretor de futebol do Palmeiras, expressaram sua indignação com a decisão. Para eles, o gol não deveria ter sido anulado.
- Anderson Barros destacou: "Se a bola toca acidentalmente na mão de um jogador de ataque e um companheiro faz o gol, o tento é válido."
- Já o Bruno Fuchs reforçou: "A bola bateu no Flaco e sobrou para mim. A regra é clara, não foi um toque intencional."
E agora, quem se responsabiliza?
Fica a pergunta: quem vai arcar com essa responsabilidade? Anderson Barros afirmou que é essencial que a Confederação Brasileira de Futebol tome uma atitude em relação a essas situações. Eles não podem mais permitir que erros desse tipo colocam tudo a perder.
E aí, o que você acha? O gol do Palmeiras deveria ser validado? O debate está mais quente do que nunca!
Fonte: uol.com.br