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Palmeiras e o STJD: Polêmica da Suspensão do Paulinho

O clima na Academia de Futebol não anda nada leve após a punição de Paulinho pelo Pleno do STJD. O atacante recebeu um jogo de suspensão por conta de um gesto obsceno que fez durante a comemoração da vitória do Verdão sobre o Flamengo. Vamos entender o que rolou?

Questionamentos nos Bastidores

Nos bastidores, a diretoria do Palmeiras está bem incomodada com a maneira como o caso foi conduzido. Eles estão levantando algumas interrogações, principalmente sobre como a auditoria relatora, Mariana Barros Barreira, tem tratado esses casos.

  • A auditora, que também relatou a suspensão de Abel Ferreira após a expulsão contra o São Paulo, parece que entrou em uma lista de críticas. O português acabou levando seis jogos de gancho, o que deixou muita gente questionando a consistência das decisões.

Outro ponto que gerou burburinho foi que a Procuradoria do STJD recorreu da absolvição de Paulinho, mas não fez o mesmo com o técnico Leonardo Jardim, do Flamengo, que acabou sendo denunciado por insinuar que o árbitro estava favorecendo o Palmeiras.

Desigualdade nas Punições?

A diretoria do Alviverde também trouxe à tona algumas comparações que, claro, não ajudaram em nada a imagem do tribunal. Eles citaram o caso do goleiro Brazão, do Santos, que teve sua pena reduzida, e a absolvição do técnico Fernando Diniz.

  • Brazão insinuou favorecimento da arbitragem após um empate e saiu ileso, enquanto Diniz chamou o árbitro Matheus Candançan de “mascarado do c...”. E adivinha? Também não levou nenhuma punição.

E tem mais! O Palmeiras alega que vários outros jogadores já fizeram gestos parecidos ao de Paulinho e não foram denunciados.

O Que Rolou na Decisão?

Agora, voltando ao apego ao caso Paulinho, o STF não fez questão de ser ameno. O jogador foi suspenso porque mostrou o dedo do meio na comemoração do terceiro gol. Essa decisão foi fundamentada no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que fala sobre condutas que vão contra a ética no esporte.

No fim das contas, o garoto havia sido absolvido na primeira instância, mas com o recurso da Procuradoria, a história ganhou novos capítulos no Pleno. O que era inicialmente uma provocação à torcida (artigo 258-A) foi reinterpretado como ato obsceno (artigo 258).

O STJD decidiu que não importava o contexto em que Paulinho fez o gesto, ele foi considerado um ato obsceno, e a decisão foi final, sem possibilidade de mais apelações.

Essa situação gerou inúmeras discussões e resta saber como o Verdão lidará com esse embate. Eles estão em busca de mais justiça nas decisões, e a torcida claramente não está satisfeita! Vamos acompanhar os próximos capítulos dessa novela.

Fonte: uol.com.br

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