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Clássico com Sabor de Empate: Botafogo x Palmeiras

Este jogo no tapete sintético do Nilton Santos foi um lembrete de que, mesmo com toda a categoria do futebol, o gramado natural faria justiça a um clássico como esse. O Botafogo e o Palmeiras se sentiam à vontade, apesar da aparência de campo desgastado. Mas nem para vaiar o Marlon Freitas e o Barboza a torcida botafoguense se reuniu em grande número.

Com as arquibancadas mais vazias do que cheias, o Glorioso fez pressão sobre o vice-líder, que estava em busca de se firmar na liderança após a vitória do Flamengo sobre o Remo.

Primeiro Tempo: O Jogo Começa Agitado

Aos 23 minutos, o Palmeiras fez seu primeiro ataque perigoso: Andreas Pereira foi derrubado na entrada da área pelo Marçal. Isso era uma clara chance de gol, mas o árbitro decidiu que um cartão amarelo estava bom o suficiente. Quem amarelou foi ele!

Logo depois, Montoro deixou o Villalba na cara do gol, e o uruguaio perdeu uma chance claríssima. O alviverde tinha mais posse de bola, mas o alvinegro estava mais perigoso até os 35 minutos. Do meio do primeiro tempo pra frente, o Palmeiras começou a dominar e a ameaçar a meta carioca com mais intensidade, exceto pela chance perdida do Villalba. Enquanto isso, Carlos Miguel não fez defesas significativas, enquanto Gabriel Batista teve que se virar em pelo menos duas grandes jogadas.

Com Arias e Vitor Roque no banco, o segundo tempo parecia promissor!

Intervalo e Retorno para o Segundo Tempo

O Verdão se despediu do primeiro tempo ainda sem conseguir recuperar a liderança que havia perdido. A segunda etapa começou em alta velocidade, como um boom que o gramado sintético permite, mas ambos os times falhavam nas finalizações.

Aos 11 minutos, Maurício apareceu e fez uma cabeçada à queima-roupa, que Gabriel defendeu de um jeito inexplicável. E como já era de se esperar, aos 15 minutos, Abel Ferreira decidiu colocar Arias e Vitor Roque em campo para mudar o jogo. As saídas de Maurício e Lucas Evangelista foram notadas.

Um Jogo que Decaiu com o Passar do Tempo

É claro que o clássico não era um mar de rosas, mas também estava longe de ser um péssimo espetáculo. Com as trocas de Villalba e Vitinho por Mateo Ponte e Júnior Santos aos 23 minutos, a dinâmica do jogo deu uma esfriada. E aos 27, Kadir entrou no lugar de Arthur Cabral.

Conforme o tempo avançava, o jogo perdeu um pouco do seu brilho, e parecia até que o Palmeiras estava satisfeito com o empate, mantendo a cabeça fria, já que ainda tem um longo campeonato pela frente. As entradas de Khelven, Emi Martinez e Larson não mudaram a situação – o que surpreendeu foi a falta de urgência da equipe. Vai saber, talvez o Abel tenha um plano! Não duvide.

Finais com Tensão

Aos 48 minutos, um momento polêmico: Barboza foi expulso injustamente.

E assim, o clássico terminou com seu gosto agridoce. Um empate que poderia ter sido mais, mas que, no fim das contas, deixou uma multidão de torcedores perguntando o que vem a seguir.

Fonte: uol.com.br

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