Celebrando 49 anos da Conquista Corintiana: Um Retorno ao Passado
Fala, galera! Hoje vamos relembrar um momento histórico do futebol brasileiro: os 49 anos do fim do jejum de títulos do Corinthians. Para isso, vou republicar uma análise super bacana do jornalista Marcos Júnior Micheletti lá do Portal Terceiro Tempo. Vem comigo nessa viagem ao passado e compartilhe suas impressões!
A Decisão do Campeonato Paulista de 1977
Ah, 1977… Um ano que ficou marcado para sempre na memória dos corintianos. Eu mesmo estive presente nos primeiros dois jogos da final, mas acabei não indo ao terceiro. Meu pai, que sempre foi cuidadoso, achou que a cidade poderia entrar em conflito se o Corinthians não ganhasse da Ponte Preta na grande final, lá em 13 de outubro!
Entre as muitas histórias que ouço, uma delas gira em torno de como os jogos foram realizados apenas na capital. A galera fala que tudo foi arquitetado pelo presidente do Corinthians na época, o lendário Vicente Matheus. Mas será que isso é verdade?
O Jogo e o Local
Sim, havia a possibilidade de o segundo jogo rolar no Moisés Lucarelli, mas o presidente da Ponte, Lauro Moraes, viu que seria muito mais lucrativo com tudo rolando no Morumbi. E não é que o segundo jogo registrou o recorde de público do estádio, com 138.032 pagantes!
Assim, a teoria da conspiração da "armação" ficou para escanteio, já que a Federação Paulista de Futebol decidiu os mandos de campo desde o início do campeonato. No fim das contas, todos saíram ganhando! E o mais curioso: a Ponte Preta levou a melhor no segundo jogo, com uma vitória de 2 a 1.
Uma Questão de Honestidade
Outra história que sempre rola é sobre a honestidade do árbitro da partida final, Dulcídio Wanderley Boschilia. Segundo ele, Vicente Matheus teria oferecido uma grana para “ajudar” o Corinthians. O valor falado? 2 milhões de cruzeiros! Mas ele mesmo garantiu: “O cara que me oferecer suborno iria morrer!” Então, ao que parece, o dinheiro nunca chegou a suas mãos…
O Clima do Jogo
Voltando ao jogo, aos 13 minutos do primeiro tempo do terceiro confronto, Rui Rei, atacante da Ponte Preta, foi expulso em uma jogada polêmica. Muito se falou sobre essa expulsão, especialmente porque Rui Rei, no final das contas, chegou a ser contratado pelo Corinthians. Vicente Matheus reforçou que nunca contrataria alguém que tivesse aceitado suborno. Nítido, né?
Comparando os Times
Mas vamos ao que realmente interessa: a comparação entre os elencos que participaram daquela decisão!
Títulos e Estatísticas
Abaixo, os principais confrontos:
Goleiros:
- Tobias (Corinthians) x Carlos (Ponte Preta) - Vantagem para a Ponte, já que Carlos teve ótima atuação no terceiro jogo.
Laterais:
- Zé Maria x Jair Picerni - Vantagem para o Corinthians pelo que jogaram em campo.
Zagueiros:
- Moisés x Oscar - Vitória da Ponte, Oscar era mais técnico!
Meio-campistas:
- Palhinha x Dicá - Leve vantagem para Palhinha, pela versatilidade.
Atacantes:
- Geraldão x Rui Rei - Sem dúvida, Geraldão saiu vencedor, fazendo a diferença na temporada!
O resultado final?
Tirando os empates entre Zé Eduardo e Polozzi, e Russo e Vanderlei, o placar ficou: Corinthians 7 x 2 Ponte Preta. Uma goleada que contraria a ideia de que a Ponte era superior naquele ano.
E o que dizer dos treinadores? Oswaldo Brandão ficou conhecido como um dos melhores da história do Corinthians, enquanto Zé Duarte teve sua importância na Ponte e na Seleção Brasileira Feminina.
Um Bônus Final
Ah, e se rolar uma comparação entre os presidentes dos clubes, Vicente Matheus sem dúvida teve uma trajetória muito mais ampla e bem-sucedida que Lauro Moraes.
Então, o que acharam? Essa análise trouxe à tona muitas lembranças e fatos incríveis sobre 1977. Deixe sua opinião nos comentários!
Fonte: uol.com.br