A Situação dos Naming Rights do Morumbi: O Que Esperar?
O São Paulo está caminhando para o final do ano sem conseguir fechar um novo patrocinador para os naming rights do Morumbi. E, segundo o Arnaldo Ribeiro, que bateu um papo na Live do São Paulo, no Canal UOL, isso requer um cuidado especial na hora de escolher um parceiro.
A Realidade dos Naming Rights
Ele menciona que é bem provável que o clube entre no novo ano sem esse patrocínio, a não ser que o novo presidente, talvez o Marcelinho, tenha uma boa notícia na manga logo de cara. A experiência com o MorumBIS foi válida, mas possui suas armadilhas:
- Dificuldades Visuais: Por um bom tempo, o nome nem apareceu no letreiro do estádio por causa de todo esse burburinho em relação à fachada. Agora, o que se vê são apenas “M” e “B” apagados. Isso é, no mínimo, frustrante para quem está disposto a patrocinar.
Precisamos de Mais do que Dinheiro
Arnaldo destaca que o São Paulo deve olhar para futuro dos contratos de naming rights como algo que vai além do valor financeiro. Contratos curtos não ajudam, e essa é uma lição crucial. Segundo ele:
“Não dá para ter naming rights por dois anos. Não pega o nome. Tem que ser um acordo que, inspirado em outros clubes bem-sucedidos, durou mais tempo, com uma estratégia.”
Aprendizados e Mudanças Necessárias
Além disso, ele comenta que a passagem do MorumBIS trouxe algumas lições importantes. O São Paulo precisará de parceiros sólidos no próximo ano e de um plano mais bem estruturado para o próximo contrato.
O candidato à presidência, Marcelo Portugal Gouvea Filho, também deixou sua marca na conversa. Ele afirmou que:
“É um jogador do qual gostamos muito, é uma referência, mas que precisa se enquadrar nas novas diretrizes do São Paulo a partir do ano que vem.”
Marcelinho não é de fazer promessas vazias. Ele só vai renovar o contrato com o Lucas se houver um entendimento sobre como isso pode se encaixar nesse novo modelo.
Em Resumo
O que fica claro é que o São Paulo está em um momento delicado quando se trata de naming rights. Com um olhar mais estratégico, e pensando além do retorno financeiro, quem sabe o clube não consiga transformar essa situação em uma grande oportunidade? Vamos acompanhar!
Fonte: uol.com.br