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A Treta Entre Santos e Cuiabá: O Que Está Rolando?

Um Novo Capítulo na Rivalidade

A disputa entre Santos e Cuiabá, que surgiu por causa de uma dívida envolvida na compra e revenda do zagueiro Joaquim, ganhou mais um episódio nesta sexta-feira (16). Vamos entender melhor essa confusão.

A Polêmica Começa

Em uma entrevista ao De Olho no Peixe, o presidente do Santos, Marcelo Teixeira, não poupou palavras e chamou o presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, de “irresponsável” e “desqualificado”. Ele fez essas declarações em meio a um cenário já tenso, onde o Cuiabá havia cobrado publicamente o Santos no dia 23, logo após a Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) condenar o Peixe a pagar R$ 18,6 milhões pela negociação do jogador.

Na entrevista, Teixeira alfinetou: “É um desqualificado de um presidente irresponsável que faz um depoimento assim com um clube coirmão. Por isso talvez estejam onde estão, com todo respeito à tradição do Cuiabá.”

A Resposta Afinada do Cuiabá

A resposta do Cuiabá veio rápido e pelas redes sociais. Em uma nota oficial, o clube mato-grossense se posicionou: “O Cuiabá Esporte Clube SAF tomou conhecimento das declarações infelizes do presidente do Santos, Marcelo Teixeira, e lamentamos o direcionamento de ofensas, especialmente vindo de um clube que tem suas próprias condenações a enfrentar.”

O Cuiabá relembrou que havia quitado recentemente suas pendências financeiras com a Fifa, relacionadas ao caso Petit, cerca de R$ 5,5 milhões, utilizando recursos próprios e o apoio dos acionistas. E ainda deu uma cutucada nas provocações sobre a presença do clube na Série B do Campeonato Brasileiro.

Contexto da Disputa

Sobre a Série B, o Cuiabá lembrou que “a divisão em que um clube joga não mede a honra de quem o dirige”. E olha só: o Santos mesmo já esteve na Série B em 2024! Fundado em 2001, o Cuiabá está construindo sua própria história, alcançou a elite do futebol brasileiro em 2021 e tem investido pesado na estrutura de treinamento.

O Cerne da Questão

No meio dessa disputa, a treta gira em torno da compra do zagueiro Joaquim pelo Santos em fevereiro de 2023 e a revenda do jogador para o Tigres, do México, em janeiro de 2025. Segundo o contrato, uma parte da grana da venda tinha que ser repassada ao Cuiabá. Os R$ 18,6 milhões citados incluem valores devidos da compra original, a porcentagem da revenda e os juros acumulados.

A decisão da CNRD exige que o Santos pague o valor imediatamente, mas o clube já se manifestou, recorrendo para contestar os números apresentados.

Para Encerrar

Esse desafio entre Santos e Cuiabá ainda tem muito chão pela frente. As declarações estão acirradas, e a bola está, definitivamente, com os advogados. Vamos acompanhar para ver como essa história se desenrola!

Fonte: esporte.uol.com.br

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